O Estandarte Christão - 08/1894

Versão Integral em Texto

O Estandarte Christão - 08/1894

J. W. MorrisW. C. BrownA. V. Cabral1894

O ESTANDARTE CHRISTÃO

ORGAM DA EGREJA PROTESTANTE EPISCOPAL NO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL

ASSIGNATURA: 3$000 POR ANNO

PUBLICAÇÃO: UMA VEZ NO FIM DE CADA MEZ VOL. II. PORTO ALEGRE, AGOSTO DE 1894 N. 8.

Expediente Toda a correspondencia deve-se dirigir à caixa do correio n. 5. o escriptorio da redacção acha-se no edi- ficio da Escola Americana n. 387 Rua Volun- tarios da Patria. REDACTORES REVDOS. J. W. Morris W. C. Brown A. V. Cabral N'esta redacção dão-se todas as informa- ções sobre tratados, e publicações evangelicas. Todas as pessoas que desejarem tomar assigna- tura d'este jornal dar-se-hão ao encommodo de nos remetter seu endereço que serão imme- diatamente attendidas. Os pagamentos poderão ser feitos pelo cor- reio.

Relação dos Missionarios Revdos. Residencia: PORTO ALEGRE W. C. Brown, Rua Independencia 41 J. W. Morris, Rua Independencia Es- quina João Telles Rev. A. V. Cabral, Diacono. Rua Riachuelo (antiga da Ponte) N. 126 Caixa do Correio N.° б. RIO GRANDE Revdo. L. L. Kinsolving, Residencia: 147 Rua 16 de Julho 147. Rev. Vicente Brande, Diacono. Residencia: General Camara 46. Caixa do Correio N.º 47. PELOTAS Revdo. J. G. Meem, Residencia: - Rua General Victorino 32. Rev. Antonio M. de Fraga, Diacono. Residencia: N. 61 lua Feliz da Cunha. Caixa do Correio N.º 114. RIO DOS SINOS Rev. Boaventura de Souza e Oliveira, Diacono,

Uma Critica Apezar de ser um dos redactores do «Estandarte Christão», eu desejo offerecer uma critica do numero atrazado. Natu- ralmente não seria tão prompto a fazer isto, se pensasse que os redactores tinham toda a culpa. E' justamente porque sou responsavel que sinto qualquer imperfei- ção em nosso jornal, e que escrevo estas linhas. O numero de Julho faltava em muitos respeitos.

  1. Parece-me que os artigos não tinham a variedade que devem ter.
  2. As noticias de nosso trabalho foram muito escassas e resumidas. Ha outros defeitos que se possa notar- mas consideremos estes. Isto é, considere- mos o modo de corregil-os. E' claro que emquanto os redactores a são quasi os unicos que contribuem com ar- tigos, esses hão de faltar em originalidade e interesse. Os tres irmãos que tem a res- ponsabilidade d'esta obra não tem o tempo necessario para fazel-a toda. Porque os irmãos de Rio Grande, de Pelotas, de Rio dos Sinos, nunca mandam artigos ao jor- nal? O jornal não pode preencher seu lo- gar, se os irmãos não tomam este dever mais ao peito. Ha falta de tempo, ha outras obrigações pois esta é a razão porque os redactores não podem fazer esta obra sem o auxilio dos outros. Alegro-me de ver um artigo escripto pelo irmão Snr. José da Rocha. Espero que continue, e que outros sigam seu exemplo. No ultimo numero, não houve noticias algumas de Pelotas, de Rio dos Sinos, da Capella da Trindade. Os irmãos devem considerar que as notas da obra do evangelho despertam mais interesse que muitos sermões. Deve- mos todos estudar os meios de fazer attra- tivos os movimentos em cada congregação. Os ultimos numeros foram muito demo- rados. Por certo, a culpa cahe sómente sobre os hombros dos redactores; mas justo isto? Elles não sómente teem que lidar com as demoras da impressão, mas tambem trabalhar ás vezes dia e noite para fornecer a necessaria materia. Os irmãos reunidos em convocação insi- stiram que fosse altamente necessario con- tinuar esta publicação. Parece-me que pou- cos apreciam a sua importancia; porque sem o constante auxilio de todos, o jornal não pode ser bem succedido e este auxi- lio não temos tido até agora. James W. Morris.

O Culto da Virgem Maria, E' extraordinario como a adoração da Maria, a Mãe do Senhor Jesus Christo, tem dominado uma grande parte de Chri- stianismo. A egreja romana, que tem em sua communhão ao menos a terça erça parte dos Christãos nominaes, é claramente commet- tido a este culto. Ella tem consagrado dois mezes, o de Maio e o de Outubro, especialmente á devoção d'esta santa mulher. O actual papa Leão XIII, declara-se em suas cartas encyclicas, enthusiasticamente devoto a Maria. Elle não teme a dizer que a egreja deve sua preservação no passado, e tem que esperar sua permanen- cia no futuro á influencia e intercessão da Maria. As authoridades da egreja roma- na se deleitam em dar a ella os titulos que não tem outra significação senão que ella é omnipotente, egual em poder ao proprio Deus. Se os nomes, Mãe de Deus, Senhora dos Ceus, Salvadora da humani- dade, Rainha dos Ceus, e mil outros que a imaginação dos devotos supersticiosos tem inventado não significam que Ma- ria tem os poderes de Deus, elles são vãos e enganadores. O facto é que a maior e a mais fervo- rosa devoção na egreja de Roma, se offe- rece não a Christo mas sim a Maria. E' innegavel que em pratica e a pratica é o principal da religião a egreja pa- pal adora Maria mais que Christo a creatura mais que o Creador. Esta corrupção do verdadeiro culto o culto que sómente se deve dar a Deus em Jesus Christo-enche a alma do servo de Deus com tristeza e horror. Torna-se muito admiravel, quando as Escripturas Sagradas são examinadas; porque ellas não dão a Ma Maria nenhum d'estes titulos extra- divina é o culto e adoração d'ella. isto cremos; e não ha christão algum que não aprecie a sua importancia; porque sem o constante auxilio de todos, o jornal não pode ser bem succedido e este auxi- lio não temos tido até agora. James W. Morris.

O Culto da Virgem Maria, E' extraordinario como a adoração da Maria, a Mãe do Senhor Jesus Christo, tem dominado uma grande parte de Chri- stianismo. A egreja romana, que tem em sua communhão ao menos a terça erça parte dos Christãos nominaes, é claramente commet- tido a este culto. Ella tem consagrado dois mezes, o de Maio e o de Outubro, especialmente á devoção d'esta santa mulher. O actual papa Leão XIII, declara-se em suas cartas encyclicas, enthusiasticamente devoto a Maria. Elle não teme a dizer que a egreja deve sua preservação no passado, e tem que esperar sua permanen- cia no futuro á influencia e intercessão da Maria. As authoridades da egreja roma- na se deleitam em dar a ella os titulos que não tem outra significação senão que ella é omnipotente, egual em poder ao proprio Deus. Se os nomes, Mãe de Deus, Senhora dos Ceus, Salvadora da humani- dade, Rainha dos Ceus, e mil outros que a imaginação dos devotos supersticiosos tem inventado não significam que Ma- ria tem os poderes de Deus, elles são vãos e enganadores. O facto é que a maior e a mais fervo- rosa devoção na egreja de Roma, se offe- rece não a Christo mas sim a Maria. E' innegavel que em pratica e a pratica é o principal da religião a egreja pa- pal adora Maria mais que Christo a creatura mais que o Creador. Esta corrupção do verdadeiro culto o culto que sómente se deve dar a Deus em Jesus Christo-enche a alma do servo de Deus com tristeza e horror. Torna-se muito admiravel, quando as Escripturas Sagradas são examinadas; porque ellas não dão a Ma Maria nenhum d'estes titulos extra- divina é o culto e adoração d'ella. isto cremos; e não ha christão algum que não aprecie a sua importancia; porque sem o constante auxilio de todos, o jornal não pode ser bem succedido e este auxi- lio não temos tido até agora. James W. Morris.

O Culto da Virgem Maria, E' extraordinario como a adoração da Maria, a Mãe do Senhor Jesus Christo, tem dominado uma grande parte de Chri- stianismo. A egreja romana, que tem em sua communhão ao menos a terça erça parte dos Christãos nominaes, é claramente commet- tido a este culto. Ella tem consagrado dois mezes, o de Maio e o de Outubro, especialmente á devoção d'esta santa mulher. O actual papa Leão XIII, declara-se em suas cartas encyclicas, enthusiasticamente devoto a Maria. Elle não teme a dizer que a egreja deve sua preservação no passado, e tem que esperar sua permanen- cia no futuro á influencia e intercessão da Maria. As authoridades da egreja roma- na se deleitam em dar a ella os titulos que não tem outra significação senão que ella é omnipotente, egual em poder ao proprio Deus. Se os nomes, Mãe de Deus, Senhora dos Ceus, Salvadora da humani- dade, Rainha dos Ceus, e mil outros que a imaginação dos devotos supersticiosos tem inventado não significam que Ma- ria tem os poderes de Deus, elles são vãos e enganadores. O facto é que a maior e a mais fervo- rosa devoção na egreja de Roma, se offe- rece não a Christo mas sim a Maria. E' innegavel que em pratica e a pratica é o principal da religião a egreja pa- pal adora Maria mais que Christo a creatura mais que o Creador. Esta corrupção do verdadeiro culto o culto que sómente se deve dar a Deus em Jesus Christo-enche a alma do servo de Deus com tristeza e horror. Torna-se muito admiravel, quando as Escripturas Sagradas são examinadas; porque ellas não dão a Ma Maria nenhum d'estes titulos extra- divina é o culto e adoração d'ella. isto cremos; e não ha christão algum que não aprecie a sua importancia; porque sem o constante auxilio de todos, o jornal não pode ser bem succedido e este auxi- lio não temos tido até agora. James W. Morris.

O Culto da Virgem Maria, E' extraordinario como a adoração da Maria, a Mãe do Senhor Jesus Christo, tem dominado uma grande parte de Chri- stianismo. A egreja romana, que tem em sua communhão ao menos a terça erça parte dos Christãos nominaes, é claramente commet- tido a este culto. Ella tem consagrado dois mezes, o de Maio e o de Outubro, especialmente á devoção d'esta santa mulher. O actual papa Leão XIII, declara-se em suas cartas encyclicas, enthusiasticamente devoto a Maria. Elle não teme a dizer que a egreja deve sua preservação no passado, e tem que esperar sua permanen- cia no futuro á influencia e intercessão da Maria. As authoridades da egreja roma- na se deleitam em dar a ella os titulos que não tem outra significação senão que ella é omnipotente, egual em poder ao proprio Deus. Se os nomes, Mãe de Deus, Senhora dos Ceus, Salvadora da humani- dade, Rainha dos Ceus, e mil outros que a imaginação dos devotos supersticiosos tem inventado não significam que Ma- ria tem os poderes de Deus, elles são vãos e enganadores. O facto é que a maior e a mais fervo- rosa devoção na egreja de Roma, se offe- rece não a Christo mas sim a Maria. E' innegavel que em pratica e a pratica é o principal da religião a egreja pa- pal adora Maria mais que Christo a creatura mais que o Creador. Esta corrupção do verdadeiro culto o culto que sómente se deve dar a Deus em Jesus Christo-enche a alma do servo de Deus com tristeza e horror. Torna-se muito admiravel, quando as Escripturas Sagradas são examinadas; porque ellas não dão a Ma Maria nenhum d'estes titulos extra- divina é o culto e adoração d'ella. isto cremos; e não ha christão algum que não aprecie a sua importancia; porque sem o constante auxilio de todos, o jornal não pode ser bem succedido e este auxi- lio não temos tido até agora. James W. Morris.

O Culto da Virgem Maria, E' extraordinario como a adoração da Maria, a Mãe do Senhor Jesus Christo, tem dominado uma grande parte de Chri- stianismo. A egreja romana, que tem em sua communhão ao menos a terça erça parte dos Christãos nominaes, é claramente commet- tido a este culto. Ella tem consagrado dois mezes, o de Maio e o de Outubro, especialmente á devoção d'esta santa mulher. O actual papa Leão XIII, declara-se em suas cartas encyclicas, enthusiasticamente devoto a Maria. Elle não teme a dizer que a egreja deve sua preservação no passado, e tem que esperar sua permanen- cia no futuro á influencia e intercessão da Maria. As authoridades da egreja roma- na se deleitam em dar a ella os titulos que não tem outra significação senão que ella é omnipotente, egual em poder ao proprio Deus. Se os nomes, Mãe de Deus, Senhora dos Ceus, Salvadora da humani- dade, Rainha dos Ceus, e mil outros que a imaginação dos devotos supersticiosos tem inventado não significam que Ma- ria tem os poderes de Deus, elles são vãos e enganadores. O facto é que a maior e a mais fervo- rosa devoção na egreja de Roma, se offe- rece não a Christo mas sim a Maria. E' innegavel que em pratica e a pratica é o principal da religião a egreja pa- pal adora Maria mais que Christo a creatura mais que o Creador. Esta corrupção do verdadeiro culto o culto que sómente se deve dar a Deus em Jesus Christo-enche a alma do servo de Deus com tristeza e horror. Torna-se muito admiravel, quando as Escripturas Sagradas são examinadas; porque ellas não dão a Ma Maria nenhum d'estes titulos extra- divina é o culto e adoração d'ella. isto cremos; e não ha christão algum que não aprecie a sua importancia; porque sem o constante auxilio de todos, o jornal não pode ser bem succedido e este auxi- lio não temos tido até agora. James W. Morris.

O Culto da Virgem Maria, E' extraordinario como a adoração da Maria, a Mãe do Senhor Jesus Christo, tem dominado uma grande parte de Chri- stianismo. A egreja romana, que tem em sua communhão ao menos a terça erça parte dos Christãos nominaes, é claramente commet- tido a este culto. Ella tem consagrado dois mezes, o de Maio e o de Outubro, especialmente á devoção d'esta santa mulher. O actual papa Leão XIII, declara-se em suas cartas encyclicas, enthusiasticamente devoto a Maria. Elle não teme a dizer que a egreja deve sua preservação no passado, e tem que esperar sua permanen- cia no futuro á influencia e intercessão da Maria. As authoridades da egreja roma- na se deleitam em dar a ella os titulos que não tem outra significação senão que ella é omnipotente, egual em poder ao proprio Deus. Se os nomes, Mãe de Deus, Senhora dos Ceus, Salvadora da humani- dade, Rainha dos Ceus, e mil outros que a imaginação dos devotos supersticiosos tem inventado não significam que Ma- ria tem os poderes de Deus, elles são vãos e enganadores. O facto é que a maior e a mais fervo- rosa devoção na egreja de Roma, se offe- rece não a Christo mas sim a Maria. E' innegavel que em pratica e a pratica é o principal da religião a egreja pa- pal adora Maria mais que Christo a creatura mais que o Creador. Esta corrupção do verdadeiro culto o culto que sómente se deve dar a Deus em Jesus Christo-enche a alma do servo de Deus com tristeza e horror. Torna-se muito admiravel, quando as Escripturas Sagradas são examinadas; porque ellas não dão a Ma Maria nenhum d'estes titulos extra- divina é o culto e adoração d'ella. isto cremos; e não ha christão algum que não aprecie a sua importancia; porque sem o constante auxilio de todos, o jornal não pode ser bem succedido e este auxi- lio não temos tido até agora. James W. Morris.

O Culto da Virgem Maria, E' extraordinario como a adoração da Maria, a Mãe do Senhor Jesus Christo, tem dominado uma grande parte de Chri- stianismo. A egreja romana, que tem em sua communhão ao menos a terça erça parte dos Christãos nominaes, é claramente commet- tido a este culto. Ella tem consagrado dois mezes, o de Maio e o de Outubro, especialmente á devoção d'esta santa mulher. O actual papa Leão XIII, declara-se em suas cartas encyclicas, enthusiasticamente devoto a Maria. Elle não teme a dizer que a egreja deve sua preservação no passado, e tem que esperar sua permanen- cia no futuro á influencia e intercessão da Maria. As authoridades da egreja roma- na se deleitam em dar a ella os titulos que não tem outra significação senão que ella é omnipotente, egual em poder ao proprio Deus. Se os nomes, Mãe de Deus, Senhora dos Ceus, Salvadora da humani- dade, Rainha dos Ceus, e mil outros que a imaginação dos devotos supersticiosos tem inventado não significam que Ma- ria tem os poderes de Deus, elles são vãos e enganadores. O facto é que a maior e a mais fervo- rosa devoção na egreja de Roma, se offe- rece não a Christo mas sim a Maria. E' innegavel que em pratica e a pratica é o principal da religião a egreja pa- pal adora Maria mais que Christo a creatura mais que o Creador. Esta corrupção do verdadeiro culto o culto que sómente se deve dar a Deus em Jesus Christo-enche a alma do servo de Deus com tristeza e horror. Torna-se muito admiravel, quando as Escripturas Sagradas são examinadas; porque ellas não dão a Ma Maria nenhum d'estes titulos extra- divina é o culto e adoração d'ella. isto cremos; e não ha christão algum que não aprecie a sua importancia; porque sem o constante auxilio de todos, o jornal não pode ser bem succedido e este auxi- lio não temos tido até agora. James W. Morris.

O Culto da Virgem Maria, E' extraordinario como a adoração da Maria, a Mãe do Senhor Jesus Christo, tem dominado uma grande parte de Chri- stianismo. A egreja romana, que tem em sua communhão ao menos a terça erça parte dos Christãos nominaes, é claramente commet- tido a este culto. Ella tem consagrado dois mezes, o de Maio e o de Outubro, especialmente á devoção d'esta santa mulher. O actual papa Leão XIII, declara-se em suas cartas encyclicas, enthusiasticamente devoto a Maria. Elle não teme a dizer que a egreja deve sua preservação no passado, e tem que esperar sua permanen- cia no futuro á influencia e intercessão da Maria. As authoridades da egreja roma- na se deleitam em dar a ella os titulos que não tem outra significação senão que ella é omnipotente, egual em poder ao proprio Deus. Se os nomes, Mãe de Deus, Senhora dos Ceus, Salvadora da humani- dade, Rainha dos Ceus, e mil outros que a imaginação dos devotos supersticiosos tem inventado não significam que Ma- ria tem os poderes de Deus, elles são vãos e enganadores. O facto é que a maior e a mais fervo- rosa devoção na egreja de Roma, se offe- rece não a Christo mas sim a Maria. E' innegavel que em pratica e a pratica é o principal da religião a egreja pa- pal adora Maria mais que Christo a creatura mais que o Creador. Esta corrupção do verdadeiro culto o culto que sómente se deve dar a Deus em Jesus Christo-enche a alma do servo de Deus com tristeza e horror. Torna-se muito admiravel, quando as Escripturas Sagradas são examinadas; porque ellas não dão a Ma Maria nenhum d'estes titulos extra- divina é o culto e adoração d'ella. isto cremos; e não ha christão algum que não aprecie a sua importancia; porque sem o constante auxilio de todos, o jornal não pode ser bem succedido e este auxi- lio não temos tido até agora. James W. Morris.

O Culto da Virgem Maria, E' extraordinario como a adoração da Maria, a Mãe do Senhor Jesus Christo, tem dominado uma grande parte de Chri- stianismo. A egreja romana, que tem em sua communhão ao menos a terça erça parte dos Christãos nominaes, é claramente commet- tido a este culto. Ella tem consagrado dois mezes, o de Maio e o de Outubro, especialmente á devoção d'esta santa mulher. O actual papa Leão XIII, declara-se em suas cartas encyclicas, enthusiasticamente devoto a Maria. Elle não teme a dizer que a egreja deve sua preservação no passado, e tem que esperar sua permanen- cia no futuro á influencia e intercessão da Maria. As authoridades da egreja roma- na se deleitam em dar a ella os titulos que não tem outra significação senão que ella é omnipotente, egual em poder ao proprio Deus. Se os nomes, Mãe de Deus, Senhora dos Ceus, Salvadora da humani- dade, Rainha dos Ceus, e mil outros que a imaginação dos devotos supersticiosos tem inventado não significam que Ma- ria tem os poderes de Deus, elles são vãos e enganadores. O facto é que a maior e a mais fervo- rosa devoção na egreja de Roma, se offe- rece não a Christo mas sim a Maria. E' innegavel que em pratica e a pratica é o principal da religião a egreja pa- pal adora Maria mais que Christo a creatura mais que o Creador. Esta corrupção do verdadeiro culto o culto que sómente se deve dar a Deus em Jesus Christo-enche a alma do servo de Deus com tristeza e horror. Torna-se muito admiravel, quando as Escripturas Sagradas são examinadas; porque ellas não dão a Ma Maria nenhum d'estes titulos extra- divina é o culto e adoração d'ella. isto cremos; e não ha christão algum que não aprecie a sua importancia; porque sem o constante auxilio de todos, o jornal não pode ser bem succedido e este auxi- lio não temos tido até agora. James W. Morris.

O Culto da Virgem Maria, E' extraordinario como a adoração da Maria, a Mãe do Senhor Jesus Christo, tem dominado uma grande parte de Chri- stianismo. A egreja romana, que tem em sua communhão ao menos a terça erça parte dos Christãos nominaes, é claramente commet- tido a este culto. Ella tem consagrado dois mezes, o de Maio e o de Outubro, especialmente á devoção d'esta santa mulher. O actual papa Leão XIII, declara-se em suas cartas encyclicas, enthusiasticamente devoto a Maria. Elle não teme a dizer que a egreja deve sua preservação no passado, e tem que esperar sua permanen- cia no futuro á influencia e intercessão da Maria. As authoridades da egreja roma- na se deleitam em dar a ella os titulos que não tem outra significação senão que ella é omnipotente, egual em poder ao proprio Deus. Se os nomes, Mãe de Deus, Senhora dos Ceus, Salvadora da humani- dade, Rainha dos Ceus, e mil outros que a imaginação dos devotos supersticiosos tem inventado não significam que Ma- ria tem os poderes de Deus, elles são vãos e enganadores. O facto é que a maior e a mais fervo- rosa devoção na egreja de Roma, se offe- rece não a Christo mas sim a Maria. E' innegavel que em pratica e a pratica é o principal da religião a egreja pa- pal adora Maria mais que Christo a creatura mais que o Creador. Esta corrupção do verdadeiro culto o culto que sómente se deve dar a Deus em Jesus Christo-enche a alma do servo de Deus com tristeza e horror. Torna-se muito admiravel, quando as Escripturas Sagradas são examinadas; porque ellas não dão a Ma Maria nenhum d'estes titulos extra- divina é o culto e adoração d'ella. isto cremos; e não ha christão algum que não aprecie a sua importancia; porque sem o constante auxilio de todos, o jornal não pode ser bem succedido e este auxi- lio não temos tido até agora. James W. Morris.

O Culto da Virgem Maria, E' extraordinario como a adoração da Maria, a Mãe do Senhor Jesus Christo, tem dominado uma grande parte de Chri- stianismo. A egreja romana, que tem em sua communhão ao menos a terça erça parte dos Christãos nominaes, é claramente commet- tido a este culto. Ella tem consagrado dois mezes, o de Maio e o de Outubro, especialmente á devoção d'esta santa mulher. O actual papa Leão XIII, declara-se em suas cartas encyclicas, enthusiasticamente devoto a Maria. Elle não teme a dizer que a egreja deve sua preservação no passado, e tem que esperar sua permanen- cia no futuro á influencia e intercessão da Maria. As authoridades da egreja roma- na se deleitam em dar a ella os titulos que não tem outra significação senão que ella é omnipotente, egual em poder ao proprio Deus. Se os nomes, Mãe de Deus, Senhora dos Ceus, Salvadora da humani- dade, Rainha dos Ceus, e mil outros que a imaginação dos devotos supersticiosos tem inventado não significam que Ma- ria tem os poderes de Deus, elles são vãos e enganadores. O facto é que a maior e a mais fervo- rosa devoção na egreja de Roma, se offe- rece não a Christo mas sim a Maria. E' innegavel que em pratica e a pratica é o principal da religião a egreja pa- pal adora Maria mais que Christo a creatura mais que o Creador. Esta corrupção do verdadeiro culto o culto que sómente se deve dar a Deus em Jesus Christo-enche a alma do servo de Deus com tristeza e horror. Torna-se muito admiravel, quando as Escripturas Sagradas são examinadas; porque ellas não dão a Ma Maria nenhum d'estes titulos extra- divina é o culto e adoração d'ella. isto cremos; e não ha christão algum que não aprecie a sua importancia; porque sem o constante auxilio de todos, o jornal não pode ser bem succedido e este auxi- lio não temos tido até agora. James W. Morris.

O Culto da Virgem Maria, E' extraordinario como a adoração da Maria, a Mãe do Senhor Jesus Christo, tem dominado uma grande parte de Chri- stianismo. A egreja romana, que tem em sua communhão ao menos a terça erça parte dos Christãos nominaes, é claramente commet- tido a este culto. Ella tem consagrado dois mezes, o de Maio e o de Outubro, especialmente á devoção d'esta santa mulher. O actual papa Leão XIII, declara-se em suas cartas encyclicas, enthusiasticamente devoto a Maria. Elle não teme a dizer que a egreja deve sua preservação no passado, e tem que esperar sua permanen- cia no futuro á influencia e intercessão da Maria. As authoridades da egreja roma- na se deleitam em dar a ella os titulos que não tem outra significação senão que ella é omnipotente, egual em poder ao proprio Deus. Se os nomes, Mãe de Deus, Senhora dos Ceus, Salvadora da humani- dade, Rainha dos Ceus, e mil outros que a imaginação dos devotos supersticiosos tem inventado não significam que Ma- ria tem os poderes de Deus, elles são vãos e enganadores. O facto é que a maior e a mais fervo- rosa devoção na egreja de Roma, se offe- rece não a Christo mas sim a Maria. E' innegavel que em pratica e a pratica é o principal da religião a egreja pa- pal adora Maria mais que Christo a creatura mais que o Creador. Esta corrupção do verdadeiro culto o culto que sómente se deve dar a Deus em Jesus Christo-enche a alma do servo de Deus com tristeza e horror. Torna-se muito admiravel, quando as Escripturas Sagradas são examinadas; porque ellas não dão a Ma Maria nenhum d'estes titulos extra- divina é o culto e adoração d'ella. isto cremos; e não ha christão algum que não aprecie a sua importancia; porque sem o constante auxilio de todos, o jornal não pode ser bem succedido e este auxi- lio não temos tido até agora. James W. Morris.

O Culto da Virgem Maria, E' extraordinario como a adoração da Maria, a Mãe do Senhor Jesus Christo, tem dominado uma grande parte de Chri- stianismo. A egreja romana, que tem em sua communhão ao menos a terça erça parte dos Christãos nominaes, é claramente commet- tido a este culto. Ella tem consagrado dois mezes, o de Maio e o de Outubro, especialmente á devoção d'esta santa mulher. O actual papa Leão XIII, declara-se em suas cartas encyclicas, enthusiasticamente devoto a Maria. Elle não teme a dizer que a egreja deve sua preservação no passado, e tem que esperar sua permanen- cia no futuro á influencia e intercessão da Maria. As authoridades da egreja roma- na se deleitam em dar a ella os titulos que não tem outra significação senão que ella é omnipotente, egual em poder ao proprio Deus. Se os nomes, Mãe de Deus, Senhora dos Ceus, Salvadora da humani- dade, Rainha dos Ceus, e mil outros que a imaginação dos devotos supersticiosos tem inventado não significam que Ma- ria tem os poderes de Deus, elles são vãos e enganadores. O facto é que a maior e a mais fervo- rosa devoção na egreja de Roma, se offe- rece não a Christo mas sim a Maria. E' innegavel que em pratica e a pratica é o principal da religião a egreja pa- pal adora Maria mais que Christo a creatura mais que o Creador. Esta corrupção do verdadeiro culto o culto que sómente se deve dar a Deus em Jesus Christo-enche a alma do servo de Deus com tristeza e horror. Torna-se muito admiravel, quando as Escripturas Sagradas são examinadas; porque ellas não dão a Ma Maria nenhum d'estes titulos extra- divina é o culto e adoração d'ella. isto cremos; e não ha christão algum que não aprecie a sua importancia; porque sem o constante auxilio de todos, o jornal não pode ser bem succedido e este auxi- lio não temos tido até agora. James W. Morris.

O Culto da Virgem Maria, E' extraordinario como a adoração da Maria, a Mãe do Senhor

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