O Estandarte Christão - 12/1894
O ESTANDARTE CHRISTÃO
ORGAM DA EGREJA PROTESTANTE EPISCOPAL NO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL Arvorae o estandarte nos povos Isaias 62:10.
VOL. II. POR ANNO.....3$000 Expediente Toda a correspondencia deve-se dirigir á caixa do correio n. 5. O escriptorio da redacção acha-se no edi- ficio da Escola Americana u. 387 Rua Volun- tarios da Patria. REDACTORES REVDOS. J. W. Morris W. C. Brown A. V. Cabral N'esta redacção dão-se todas as informa- ções sobre tratados, e publicações evangelicas. Todas as pessoas que desejarem tomar assigna- tura d'este jornal dar-se-hão no encommodo de remet- ter o endereço que serão imme- diatamente atendidas. Os pagamentos poderão ser feitos pelo cor- reio.
Relação das Egrejas
A Capella da Trindade Rua dos Voluntarios da Patria N. 386 PORTO ALEGRE Pastor: Rev. James W. Morris. Junta Parochial: Gervasio M. de Moraes Sarmento, The- soureiro e 2.º Guardião; Carlos Hardegger, Registrador; Bruno M. Mareco, 1.º Guar- dião; João Leirias, Gabriel dos Santos.
A Capella do Bom Pastor Rua Riachuelo Nr. 126 PORTO ALEGRE Pastor: Rev. W. C. Brown. Diacono: Rev. A. V. Cabral. Thesoureiro: Antonio P. da Silva.
A Capella do Calvario RIO DOS SINOS Pastor: Rev. Boaventura de Souza e Oliveira, Junta Parochial: Ernesto P. Bastos, Thesoureiro; André M. Fraga, 1.º Guardião; João Francisco de Souza, 2. Guardião; Lucas Machado, Registrador; Adorico F. de Souza, Bernar- dino A. de Souza.
A Capella do Redemptor Rua Felix da Cunha Nr. 64 PELOTAS Pastor: Rev. J. G. Meem. Diacono: Rev. Antonio M. de Fraga. Junta Parochial: Manoel G. de Castro, Thesoureiro; Aly- pio J. dos Santos, 1. Guardião; Raphael A. dos Santos, 2.º Guardião; Joaquim Froes, Registrador; Belmiro da Silva.
A Capella do Salvador Rua 20 de Fevereiro, Esquina Villete RIO GRANDE Pastor: Rev. L. L. Kinsolving. Diacono: Rev. V. Brande. Junta Parochial: Rev. V. Brande, Thesoureiro; Thomaz d'Oliveira, 1.º Guardião; Antonio Gazzineo, 2.º Guardião; Rodrigo Lobo, Registrador; Angelo Catalan, Victor Pingret, Jacyntho Santa Anna.
25 de Dezembro
Communhão dos Santos
I O bom patriota, o preclaro cidadão, acham-se possuidos de uma justa satisfação, PORTO ALEGRE, DEZEMBRO DE 1894 PUBLICAÇÃO: UMA VEZ NO FIM DE CADA MEZ Ν. 12.
A conducta christā Muitas vezes o christão acha-se em du- vida a respeito da maneira em que deve agir-se. Basta dizer que quem estiver fer- vorosamente disposto a fazer a vontade de Deus orando constantemente, e lendo dili- gentemente a Biblia, não terá muita diffi- culdade n'este sentido. O Novo Testamento nos dá regras geraes para a conducta christä. Toda a lei é amor para Deus e para o homem. Isto inclue tudo. Porém algumas regras podem ser uteis.
- Não façaes cousa alguma a respeito qual tendes duvida. Deixae cousas du- vidosas. «E tudo o que não é segundo a fé, é peccado. >>>
- Se houver alguma cousa que tendes desejo de fazer e que podeis fazer sem vos causar damno, mas que causaria grande escandalo a um irmão, por maneira alguma o façaes. «Pelo que se a comida serve de escandalo a meu irmão, nunca jamais come- rei carne, por não escandalizar a meu ir mão.
- Não vos colloqueis n'uma posição fal- sa. «Evitae toda a apparencia do mal. >>>
- Não façaes cousa alguma, em pensa- mento, palavra ou obra, na qual não podeis pedir a benção de Deus: Tudo quanto quer que fizerdes, seja de palavra ou de obra, fazei tudo isso em Nome do Senhor Jesus Christo, dando por elle graças a Deus e Pae.>>
O dia de Descanço Adam Smith diz: «O sabbado, como instituição politica é d'um valor inestima- vel, e isto independente da sua auctoridade divina. >>> Lord Macauley diz: «Se o domingo não tivesse sido observado como dia de descan- ço durante os tres ultimos seculos, mas o machado, a enchada e a bigorna tivessem trabalhado todos os dias, não tenho a mi- nima duvida, que seriamos n'este momento um povo mais pobre e menos civilizado do que somos. >>> La Presse, jornal francez, escreve: «Ae Inglaterra deve grande parte de sua ener- gia o caracter de obser observar religiosamente o domingo. Porque não pode a Franca fa- zer o mesmo? O sabbado foi feito para todos os homens, e nós necessitamos da sua benção. » O Dr. D'Aubigny escreve: «Na Gra Bre- tanha a ordem e a obediencia, a moral e o fallar estão inteiramente ligados com a ob- servancia do domingo. >>> Sir Walter Scott escreve: «Dae ao mun- do uma metade do domingo, e achareis que a religião não tenha influencia nenhuma na outra metade, >>> John Foster diz: «O sabbado é um re- gulamento de extraordinaria influencia para elevar a qualidade de existencia moral.>>> Sir Robert Peel diz: «Nunca conheci um homem que trabalhasse sete dias na sema- na, sem falhar ou em mente ou em corpo.»
Os passageiros assustados a bordo de um vapor durante um temporal tiveram sua fé na misericordia e no amor de Deus reanimada pela pergunta que uma menina fez a sua mãe. Observando o temor exhibido por estes grandes, ella de repente perguntou, como se não fosse occasião alguma de receiar: "Mamãe, é Deus morto?" Então todos pensaram porque tinham medo emquanto vi- via Deus? e uma grande serenidade repou- sou nas suas almas onde havia antes tanta inquietação, e reviven a sua confiança no poder e na compaixão d'Aquelle de quem no seu terror esqueceram-se.
O Credo CAPITULO Χ. O Nono Artigo.
A Santa Egreja Catholica; A Comunhão dos Santos
- A Egreja. No ultimo artigo con- fessamos a nossa crença no Espirito Santo. cujo officio especial é « nos santificar a nós e a todo o povo escolhido de Deus. » O povo escolhido de Deus, como temos notado, abran- ge todos os membros da Egreja de Christo por toda a parte do mundo. No presente artigo, portanto, passamos naturalmente a fallar da Egreja, a esphera em que se ma- nifestam as operações do Espirito, e a qual é aqui designada «Santa» e «Catholica.>>>
- Significação da Palavra. A pala- vra, que temos traduzida «Egreja», é na lingua grega Ecclesia; e quiz dizer origi- nalmente uma assembléa de pessoas chama- das pela voz d'um arauto para tratarem da legislação, como por exemplo em Athe- nas. No sentido d'uma assembléa ou con- gregação é, muitas vezes, applicada no Ve- lho Testamento, á nação israelita, que foi chamada por Deus do mundo restante, para dar testemunho a Unidade d'Elle, para guardar as leis d'Elle, conservar viva a esperança da redempção, e para exhibir o modelo d'um povo que vivia em rectidão e verdadeira santidade.
- Fundamento da Egreja. Quando, pois, nosso Senhor declarou sua intenção de edificar sua Egreja (S. Matt. 16:18; 18:17), usou d'esta palavra Ecclesia, ou Congrega- ção, e no seu ultimo mandado aos seus Apos- tolos os ordenou que chamassem membros para ella, não sómente de uma nação como a dos Judeus, porém do mundo inteiro (S. Matt. 28: 19,20.) Egreja foi fundada no dia de Pentecoste pela pregação do Apos- tolo Pedro depois da descida do Espirito Santo, e constou de perto de tres mil pes- soas. (Actos 2:41).
- Extensão da Egreja. Se bem que pequena no principio como um grão de mostarda com que Christo a tinha compa- rado (S. Matt. 13:31), a Egreja estendia- se pouco a pouco de Jerusalem a Samaria e Galilea, e d'ali para as extremidades da terra. Como ia se extendendo, a palavra «Egre- ja», foi dada as vezes a todo o corpo col- lectivo de christãos, participantes d'uma es- perança, d'uma fé, e d'um baptismo (Efes. 4:4,5); as vezes á communidade de chris- tãos n'uma cidade ou n'um paiz, como em Jerusalem (Actos 8:1), Antiochia (Actos 13:1), Efeso (Actos 20:17, Corintho (1 Cor. 1:2 comp, Apocalypso 2 e 3); as vezes a uma companhia de christãos que se reu- niam ou moravam n'uma casa particular, como a de Aquila e Priscilla (Rom. 16:5), a de Nymphas (Col. 4:15), ou a de Phile- mon (Philemon 2).
- A Egreja, pois, indicada no Credo dos Apostolos é a Sociedade collectiva, ou congregação dos crentes, a qual Christo chamou do mundo pela pregação dos seus Apostolos, da qual Elle é o Cabeça, tendo-a comprado pelo seu proprio sangue sang (Actos 20:28); á qual está sempre accrescentando os que se hão de salvar (Actos 2:47); con- tra a qual, pela virtude de sua promessa, as portas do inferno não prevalecerão (Matt. 16:18): a qual foi, agora é, e semqre será emquanto durarão o sol e a lua.
- Santa. A Egreja de Christo é cha- mada no Credo Santa, não porque todos os membros d'ella são santos, porque n'es- ta vida mortal a cizania sempre será mis- turada com o trigo (S. Matt, 13:24-30); mas por duas razões especiaes- primeiro, relativamente ao seu Autor, e segundo, re- lativamente ao objecto para o qual foi fun- dada. E' Santa relativamente ao seu Autor, porque foi estabelecida por Christo é uni- da a Elle (Efes. 5:29-32), recebe a vida
ao verem que a sua patria tem servido de berço a uma pleiade de illustres e de he- rões. A conducta, ou essa satisfação, nota-se entre todos os povos, em todos os corações, onde se aninha essa bella força moral, a que chamamos patriotismo. Ao folhearmos as paginas brilhantes do Novo Testamento, e ao depararmos com a narração do grande acontecimento, que hoje é commemorado: «O Nascimento do Re- demptor» podemos então avaliar a justa alegria dos habitantes da cidade de David, da qual o berço foi o Rei dos reis, o Heróe dos heroes, o Salvader da humanidade. E esse Rei, superior a todos os terres- tres, nasceu n'uma humilde manjedoura! Deus assim o permittio para servir-nos de mais sublime exemplo de humil- dade. Jesus Christo durante toda a sua vida gloriosa, conservou essa humildade que trou- xe da manjedoura. E assim completamente isolado da pompa mundana, appareceu o Grande Rei, que veio a este mundo, não para ser o autor d'essas obras mundanas que provocam os applau- sos da multidão inconsciente, porem para ser o autor d'uma obra monumental, d'uma obra, que jamais será mergulhada nas ne- voas do esquecimento, porém que durará para sempre. Jesus Christo veio, para ser o autor da nossa salvação. A raça humana, achava-se então sob uma feição moral horrivel. O peçcado fazia o seu imperio por toda a parte, as leis de Deus eram lançadas ao desprezo e ao es- quecimento. Emfim o povo achava-se sob o jugo de uma verdadeira anarchia moral! Deus, irado com essas constantes provo- cações resolveu castigar essa raça lu- cibrava do Nome do Omnipotente. Achava- se hamanidade n'esta situação quando o Salvador toma sobre si todos esses males praticados por uma raça de peccadores, como diz o propheta Isaias: 53:5 - << Elle foi ferido pelas nossas iniquidades, foi que- brantado pelos nossos crimes: o castigo que nos devia trazer a paz, cahio sobre Elle, e nós fomos sarados pelas suas chagas.>>> O nascimento do Salvador foi annuncia- do por um anjo do Senhor, a uns pastores que estavam nas proximidades, nos seguintes termos: - Não te- maes, porque eis aqui vos venho annunciar um grande goso que o será para todo o povo: e é que hoje vos nasceu na cidade de David, o Salvador que é o Christo Se- nhor. Lucas cap. II v. 10 a 12. E su- bitamente appareceu com o anjo uma mul- tidão numerosa da milicia celestial, que louvavam a Deus e diziam: Gloria a Deus no mais alto dos céos e paz na terra aos homens a quem elle quer bem. v. 13 e 14. O dia de hoje, data commemorativa d'a- quelle grande acontecimento deve ser de grande alegria para todos os christãos, Je- sus Christo foi o nosso Salvador e nós do- tados d'esse caracter peccaminoso recusa- mos seguil-o e abraçal-o. Ah! presados leitores pensai! Fazei pro- posito de emprehender um novo theor de vida, segui ao Grande Mestre, erguei o Estandarte de Christo, e não temais: por- que-in hoc signo vinces. Frederico G. Schmidt, Rio Grande, 1894.
Demora Queremos pedir desculpa aos nossos fa- vorecedores pela involuntaria demora na expedição da nossa folha. Cremos que essa falta é devida á falta de typographos e ao systema do hoje, amanhã, hoje, amanhã.
David Livingstone, missionario, David Livingstone, o grande missionario da Africa, que tanto fez pela civilisação e pela propagação do evangelho no vasto continente africano, deixou um legado de obras que o tornam imortal. Seus ultimos dias foram feitos de fe e esperança. O explorador escocês, que tanto fez pela Africa, foi um homem de fé inabalavel. O explorador escocês, que tanto fez pela Africa, foi um homem de fé inabalavel. Expedição a Africa. O explorador escocês, que tanto fez pela Africa, foi um homem de fé inabalavel. Expedição a Africa. O explorador escocês, que tanto fez pela Africa, foi um homem de fé inabalavel. Expedição a Africa. O explorador escocês, que tanto fez pela Africa, foi um homem de fé inabalavel. Expedição a Africa. O explorador escocês, que tanto fez pela Africa, foi um homem de fé inabalavel. Expedição a Africa. O explorador escocês, que tanto fez pela Africa, foi um homem de fé inabalavel. Expedição a Africa. 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