O Estandarte Christão - 12/1896

Versão Integral em Texto

O Estandarte Christão - 12/1896

Revd. Wm. Cabell BrownRevd. Americo V CabralRevd. Lucien Lee Kinsolving1896

O ESTANDARTE CHRISTÃO

ORGAM DA EGREJA PROTESTANTE EPISCOPAL NO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL

EXPEDIENTE

Toda a correspondencia deve-se dirigir á CAIXA DO CORREIO, N. 47

O escriptorio da redacção acha-se na casa n. 95, rua Yatahy.

REDACTORES: Revd. Wm. Cabell Brown Revd. Americo V. Cabral Revd. Lucien Lee Kinsolving

Esta folha conta tambem com a collaboração de varios cavalheiros.

N'esta redacção dão-se todas as informações sobre tratados e pu- blicações evangelicas.

Todas as pessoas que desejarem tomar assignatura d'este jornal dar-se-hão ao encommodo de nos remetter sen endereço, que serão immediatamente attendidas.

Os pagamentos poderão ser feitos pelo correio.


RELIGIÃO E SCIENCIA

O fim d'este seculo de luzes está prestes a chegar. Dia a dia os homens redobram seus esforços para aperfeiçoarem mais e mais os seus inventos, as suas creações, as suas indagações e estudos.

Dir-se-hia que elles procuram uma coroa de louros para galar- doar as victorias d'este seculo, uma chave aurea para encerrar esse grande numero de descober- tas maravilhosas, uma apotheose, talvez, recordando os triumphos da sciencia, dia a dia mais nume- rosos e brilhantes, no decorrer de cem annos.

E não podemos deixar de ap- plaudir esse proposito de melho- ramento nos diversos ramos do trabalho e da industria, quando elle não ultrapassa os seus limi- tes nem procura aninhar o egois- mo.

Os homens têm geralmente uma propensão para pensar muito em si proprios, e quando nós acaricia- mos esse máo costume, surgir as mais disparatadas idéias e opiniões.

Citaremos uma só d'essas idéias, a qual encontra um grande nu- mero de enthusiastas, sempre promptos a applaudil-a. A sciencia, dizem, não póde por fórma alguma estar alliada å religião. Quer isto dizer, que quando o homem contempla e admira as maravilhas da scien- cia, não pode meditar sobre a re- ligião, pensar sobre o grande amor e misericordia de Deus. N'esta ideia da separação da sciencia e religião podemos vêr em vivas cores o egoismo ea en- fatuação. O homem extasia-se ante sua obra, e loucamente pensa que não precisa mais de Deus! Esquece- se que d'Elle recebeu a intelli- gencia e outros tantos attributos, sem os quaes nunca poderia rea- lizar grandes cousas! Ah, scientistas! Reflecti um momento, porque Deus é maior que toda a vossa sciencia! Não queremos deixar de avaliar a sciencia; queremos, porém, pa- tentear que é uma loucura inau- dita collocal-a no lugar que per- tence á religião. A sciencia realiza grandes cou- sas, mas nunca poderá tomar ou preencher o lugar da religião. Ella n'esse lugar nos prejudicaria porque alimentaria o egoismo, o que é um grande peccado. De mais a mais, onde o consolo e o conforto que a sciencia, por si só, nos traz? Qual dos scientistas, com toda a sua seiencia, nos póde trazer uma consolação igual a d'aquel- las simples palavras do nosso Salvador: Vinde a MIM os que andais em trabalho e vos achais carregados e Eu vos alliviarei » ? A ideia da separação da reli- gião e da sciencia, não pode nem deve subsistir. Ellas devem ser alliadas. Encaremol-as por este lado. A religião cooperando para o resul- tado da sciencia, por exemplo, n'um leito de dôr, a religião dan- do ao enfermo o consolo espiritual, e a sciencia applicada para a cura do corpo. Note-se que não queremos collocar aqui a sciencia acima da vontade de Deus. Não! Lembremo-nos que a saúde é um dom de Deus; não rejeitemos, porém, os meios empregados para conservarmos devidamente esse precioso dom.


O VICE-REI DA CHINA

(Visita à America)

A visita que acaba de fazer o vice-rei da China á Europa e á America é um dos factos mais importantes que por muito tempo se hão dado com relação ao Ce- leste Imperio. Com esta viagem quebraram- se os muros do secular preconcei- to que tinham os chins para com o resto do mundo, e uma nova epocha começou para a China. Mas não é nosso proposito ana- lysar esta viagem sob o ponto de vista politico que com certeza ella teve, mas tão sómente noti- ciar a entrevista que com sua magestade o vice-rei da China, Li Hung Chang, tiveram os re- presentantes das diversas missões christãs da America que mantêm trabalho no grande imperio do Oriente. A chegada do vice-rei foi an- nunciada com grande estrondo em todos os Estados Unidos e todas as classes da sociedade prepara- ram-lhe recepção condigna. As juntas de missões estrangeiras uniram-se entre si para tambem saudarem o vice-rei de um paiz onde mais do que em qualquer outro activa-se a campanha mis- sionaria. Trinta e dois representantes de oito juntas missionarias con- stituiram-se em commissão para irem saudar Li Hung Chang, ao qual leram uma extensa mensa- gem na qual recordavam a pro- tecção e os bons desejos sempre mostrados aos missionarios no Ce- leste Imperio. Diversas outras missões que não se representaram pessoalmen- te fizeram-n'o por telegrammas e officios.

O Dr. F. T. Ellinwood, foi o encarregado de ler em presença de Li Hung Chang a saudação que lhe foi dirigida pela com- missão das missões aos chins.

Após á leitura desse importante documento, que muito agradou dos diversos delegados, Li Hung Chang tomou a palavra e pessoal- mente se dirigiu ás pessoas que o saudavam.

Suas palavras foram traduzi- das em inglez por um interprete e nós, por nossa vez, as traduzi- mos e offerecemos á apreciação nossos leitores.


O vice-rei respondeu á Com- missão nestes termos: Senhores: E'-me gratissima e captivante a maneira porque me recebeis neste paiz na qualidade de re- presentantes que sois das diver- sas juntas e sociedades missiona- rias empenhadas em mudar na China as ideas sobre as maiores verdades pertencentes aos im- mortaes destinos do homem. Em nome do meu augusto se- nhor, o imperador da China, eu vos estendo OS mais cordiaes agradecimentos pelo vosso reco- nhecimento manifestado em face da protecção por nós prestada aos missionarios americanos na Chi- na. O quanto temos feito, que é re- lativamente pouco, não é mais do que um dever de nosso governo. E quanto aos missionarios, como bem ponderastes, é-me grato con- firmar que elles não buscam en- tre nosso povo lucros materiaes. Elles nunca foram emissarios se- cretos de qualquer plano diploma- tico. Seus trabalhos não têm a menor significação politica, e por fim, mas não em ultimo lugar, si me fôr permittido accres- centar, elles nunca arrogaram-se os direitos das autoridades terri- toriaes. Debaixo do ponto de vista pu- ramente philantropico, tanto no quanto me é dado saber, o Chris- tianismo não differe muito do Con- fucianismo, visto que as suas leis aureas são a mesma, embora seja uma de forma positiva, outra ne- gativa. Fallando-se logicamente, ao passo que estas duas formas de exprimir a mesma verdade occu- pam o mesmo terreno ou não, eu deixo as investigações áquelles que têm mais predilecção philoso- phica. Visto que o homem compõe-se de alma, intellecto e corpo, eu immensamente o facto que as vossas juntas, em seus ar- duos trabalhos na China, não têm negligenciado nenhum dos tres. Eu não preciso dizer muito so- bre o primeiro, sendo desconhe- mo grande Confucio tinha apenas uma vaga concepção. Quanto ao intellecto, tendes estabelecido numerosas escolas que têm servido como os melhores meios para habilitarem concidadãos a adquirirem um bom conhecimento das artes e sciencias modernas do occidente. Quanto a parte material da nossa constituição, as vossas so- ciedades têm fundado hospitaes e despensarios não só para ganha- rem as almas, como tambem para alliviarem os corpos dos nossos patricios. Tenho, outrosim, a accrescen- tar que no tempo da fome em al- gumas de nossas provincias, fizes- tes o possivel em prol de grande numero de famintos, em ordem a preservar-lhes a vida. Antes que leve á conclusão esta minha resposta, só tenho mais duas cousas a mencionar : A primcira, é o opio. Sendo o seu uso uma maldição para o povo chinez, vossas egrejas têm feito os seus melhores esforços não somente como uma associação antagonica do mesmo, como tam- bem pondo em pratica os melho- res meios de diminuir o seu uso, como por exemplo, não recebendo em seu seio aquelles que são fu- mantes abertamente. Segunda. Tenho de expressar meu proprio nome os mais ar- dentes agradecimentos pelas vos- sas mais effectivas orações á Deus quando ella perigava ante a bala do assassino, e tambem pelos vos- sos bons desejos que tendes tão claramente expressado no inte- resse do meu soberano, do meu paiz e do meu povo. E disse. >> Ao serem apresentados os os de- legados individualmente, a todos deu a mão o vice-rei, fazendo- lhes diversas perguntas muito in- teressantes. Quando chegou a vez do Dr. Wells, presidente da junta pres- byteryana, um homem respeitavel e que já conta 81 annos, o vice- rei ficou muito impressionado e perguntou-lhe que edade tinha. Ao ouvir a sua resposta excla- mou: Assim Deus vos poupe a vida por muitos annos. O Dr. Wright, sendo apresen- tado, dirigiu-lhe Hung Chang a mesma pergunta. Na resposta oc- correu que elle tinha um filho e uma filha na China, o que viva-


Publicação

UMA VEZ NO FIM DE CADA MEZ

ASSIGNATURA:

POR ANNO - 3$000

N. 12


O ESTANDARTE CHRISTÃO


A' POSTOS!

Este brado proprio nestes tempos de lucta e de trabalho, é esse que serve de epigraphe a estas linhas. Especialmente agora quando va- mos transpor o limiar d'um novo anno, quando vamos recomeçar a lucta em que nos achamos empe- nhados, é esse o brado que deve sahir de nossos labios e repercu- tir d'um 20 outro extremo de nossas fileiras.

Ha muitos que dormem sobre os louros alcançados, e assim es- quecem que a lucta ainda não es- ta terminada. E' altamente pre- judicial semelhante proceder, por- que elle pode importar no exito da campanha.

Nossa vida deve ser uma lucta constante. Luctar e trabalhar sempre! Não devemos ser n'este mundo entes inuteis e egoistas, cuidando exclusivamente de nós, aninhando pensamentos futeis e pueris, perdendo a melhor parte do tempo em méros projectos, que não passam de castellos no ar, procurando pretextos e desculpas que nos affastam do cumprimento do dever! Devemos meditar sobre a res- ponsabilidade que temos. Cada um tem a sua responsabi- lidade, nas diversas espheras onde age, temos de dar contas de nos- sos actos perante Deus e perante o nosso proximo. E se nós, meus amigos, não tomarmos interesse nas cousas que se relacionam com a carreira que temos abraçado, seja ella qual fôr, é prova eviden- te que não temos entendido, ou fazemos não entender, a alta res- ponsabilidade que temos, o dever implicito de collaborar diligente- mente em prol da causa que he- mos esposado e a qual temos ju- rado fidelidade. E' muito vulgar o costume de julgar os outros, não olhando para nós mesmos. Quantas vezes ouvimos dizer que aquella pessoa tem taes e taes defeitos, e muitas vezes a pessoa que está notando e julgando seve- ramente a outra, tem outros tan- tos defeitos muito peores! Meus irmãos, deixemos esse máo costume, e vamos olhar para nós. Façamos uma questão pessoal. Procuremos ser melhores, e pedir a Deus que nos de graça, para andarmos sempre na sua santa vereda, esforçando-nos ao mesmo tempo para melhorar nos- sas vidas. E nesta occasião, em que ve- mos raiar a aurora de um novo anno, devemos fazer um firme proposito de fortalecer mais e mais o nosso caracter, seguindo os exemplos do Divino Mestre. passado, mas oh! irmãos, não fi-gresso da religião christă n'a- quemos absortos na nossa contem-queles lugares. plação; é tempo de retomarmos as armas e voltarmos a postos!

F. G. S.


A obra do bispo Tucker

EM UGANDA

O progresso do chistianismo nas provincias de Uganda, (Afri- ca Central), sob a direcção do bispo Tucker, da egreja ingleza, está attrahindo a attenção e in- teresse universal. Não ha talvez no mundo nenhum outro campo missionario onde a propagação do Evangelho encontrasse tão noto- rio successo como em nossos dias. No curto periodo de seis annos, este paiz, envolto em trevas, mer- gulhado na ignorancia e supers- tição, barbarismo e idolatria, de não maior aspiração na vida do que a preservação d'uma méra existencia n'um circulo calcula- do sómente para deprimir edes- truir tanto o corpo como a alma, tem sido, debaixo da influencia do Evangelho, transformado e feito «um centro de luz e um canal de vida» n'aquella porção mais escura d'Africa. Anterior å vinda do bispo Tu- cker para Uganda em 1890, a desolação via-se por toda a parte; porém fóra d'esta condição cako- tica, o bispo, como auxilio de seus missionarios, effectuou uma mudança maravilhosa. Dentro do breve periodo de cin- co annos, a desolação da capital, Mengo, tem sido mudada no que é agora um grande jardim. O tambor usado para rufar desde a manhã até a noute para estimu- lar os naturaes a um alto grão de excitação, rufa agora, ou para reunir o povo para o serviço na grande egreja, ou para a instruc- ção nas varias escolas. Vastas terras tem sido reclamadas e no- vas terras postas em cultivo. Ca- sas tem sido erigides e lares ap- parelhados para as classes mais baixas. Isto tudo brotou da plantação do Reino de Deus em Uganda, os seus effeitos espirituaes são mes- mo mais pronunciados do que os temporaes. A bella e dominante collina de Nourirembe está hoje coroada de uma egreja christä, grande bastante para accommodar alguns 4.000 fieis, e nos districtos, ao re- dor da capital, vinte e trez igrejas testemunham o phenomenal pro- «Eu não sei, escreve o bispo Tucker, que alguma cousa me animasse mais no meu caminho do Nilo para Mengo do que se me ter sido indicado a mim igreja após igreja, coroando este ou aquel- le outeiro, à mão direita ou á es- querda. Ha agora, creio, 200 des- tas igrejas espalhadas pelo paiz.» Alguma ideia da extensão da obra agora sendo feita em Ugan- da, e da sua extensa influencia, póde ser obtida dos relatorios do mesmo bispo. No domingo, 13 de Outubro de 1895, elle visitou uma das egre- jas do districto acima alludidas,e, não obstante o tempo estar trans-. tornado e ameaçando chuva, a capella, contendo 150 pessoas es- tava repleta, algumas mesmo sentadas do lado de fóra. Sessen- ta e oito homens e trinta mulhe- res receberam a < imposição das mãos. Noutra capella, cinco dias mais tarde, sessenta e dois homens e trinta e seis mulheres foram confirmadas. Isto foi seguido d'um terceiro serviço cinco dias depois ; quando noventa e trez homens e cingoen- ta e duas mulheres apresentaram- se e confessaram Christo, como seu Deus e Salvador na confirma- ção.

Fallando d'um serviço manti- do em Mengo, o bispo diz: «No domingo 6 de Outubro, uma im- mensa congregação estava reuni- da na nova igreja. E' calculado que ao menos 6.000 pessoas esti- veram na igreja, e nas barazzas fóra. A egreja, grande como é, era muito pequena para conter a grande concurso de povo que se reunio. Dois mil ao menos estavam sentados do lado de fóra. Havia perto de 300 commungantes. De tarde a egreja estava quasi cheia, quarenta e quatro pessoas foram baptisadas, continuando o bispo : Minha historia tem sido de maravilhas, mizericordias dia- rias sem numero, maravilhosa- mente mantidas, e trazidas com segurança para o asylo, onde se costuma. Aos 16 e 17 dias do mez de No- vembro de 1896 foram examina- dos por nós os Revds. Vicente Brande, Americo V. Cabral, An- tonio M. Fraga, nas seguintes materias: Evidencias do Chris- tianismo, Moral Christa e Theolo- gia Systematica e certificamos que conforme as provisões dos canones, elles fizeram um exa- me satisfactorio nos assumptos acima mencionados.

James W. Morris W. Cabell Brown. Examinadores. >>>

A Commissão Permanente deu consentimento para a erecção de uma nova parochia na capella da Graça, Viamão, cumprindo a


O salteador desarmado

A oração e a Palavra de Deus são as duas mais poderosas armas no mundo. Os maiores canhões e as espa- das mais agudas são inuteis pe- rante estas armas espirituaes. Um missionario teve de fazer viagem n'uma parte de um paiz aonde havia muitos ladrões. Os amigos avisaram-no que o caminho era perigosissimo, e que devia levar armas. Rejeitou o conselho, confiando só em Deus. Não andara muitas leguas, quando um homem com aspecto feroz, armado de pistola, saltou na estrada um pouco adiante do missionario e depois veiu a seu encontro. O pobre do ministro en- tregou-se a Deus em oração silen- ciosa e logo disse ao ladrão: <Bom dia, meu amigo! Tenho lugar em meu carrinho. Venha, se quizer e podemos viajar jun- tos! O homem pareceu muito sur- prehendido porém sem dizer uma palavra, entrou no carrinho e foi com o ministro. Fallaram muito e largamente, e quando estavam chegando perto a villa, o missio- nario disse: <<< Sou prégador do Evangelho, e pretendo prégar n'esta villa hoje. Se quizer assistir á prega- ção, venha commigo. Tenho a certeza que os amigos que me esperam, tenham muito prazer em hospedal-o! O homem ruborisando descul- pou-se e depois sahiu do carri- nho, despedindo-se do missionario com um grande aperto de mão. Quando encontrei-me comsigo hoje, disse elle, foi a minha inten- ção de matal-o, roubar seu caval- lo e carrinho, tirar seu dinheiro, e fugir, porém sua caridade Christă me desarmou. Os seus conselhos tem-me tocado ao cora- ção. Não esqueço mais tenciono vi- ver uma vida honesta e recta. Guardou a sua palavra. O salteador foi na verdade des- armado. Se a vossa vida não emittir odor agradavel, não deveis espe- rar muitas flôres no vosso sepul- chro. Alguns tem amaldiçoado o dia do seu primeiro nascimento; nin- guem o faz do segundo nasci- mento.


Commissão Permanente

Aos 11 dias do mez de Dezem- bro de 1896, ás 11 horas da ma- nhã, teve lugar na cidade de Pe- lotas uma reunião da Commissão Permanente. Estavam presentes os Revds. John G. Meem, Wm. Cabell Brown e o Sr. Manoel G. de Castro. Depois da oração o Sr. Revd.John Guillemm (presidente), declarou aberta a sessão. De conformidade com o art. II da Constituição, a Commissão Permanente, à vista das razões expostas pelo Rev. Fraga, o Sr. presidente ordenou que a reunião da convocação proxima que de- via ter lugar no contrato, seja na cidade de Porto Alegre, sendo a favor d'esta mudança os Srs. João V. Romeu e Julio A. Coelho que mandaram seus votos por es- cripto. Foi recebida uma communica- ção dos Reds. James W. Morris e Wm. C. Brown, examinadores dos candidatos para o ministerio, dan- do o resultado dos exames reali- zados em Porto Alegre no mez p. passado. Esta communicação foi recebi- da nos seguintes termos : <<Ao M.D.presidente da Commis- são Permanente, Rev. John G. Meem (Pelotas). No fim das apresentações per- guntou o vice-rei ao Dr. Ellin- wood: -Quantas juntas e sociedades ha na China ! Respondeu o Dr.: -Onze, mas que representam 8 milhões da melhor sociedade ame- ricana. O vice-rei: -Estão todos aqui ? O Dr. Ellinwood: -Sim. O vice-rei: -O Sr. fará o obsequio de transmittir os agradecimentos do vice-rei a todo esse povo. O vice- rei approva plenamente o objecto que tendes em vista.


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