O Estandarte Christão - 02/1894

Versão Integral em Texto

O Estandarte Christão - 02/1894

J. W. MorrisW. C. BrownA. V. Cabral1894

O ESTANDARTE CHRISTÃO

ORGAM DA EGREJA PROTESTANTE EPISCOPAL NO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL

VOL. II. ASSIGNATURA: POR ANNO 3$000

Expediente

Toda a correspondencia deve-se dirigir á escriptorio da redacção acha-se no edi- ficio da Escola Americana n. 387 Rua Volun- tarios da Patria. REDACTORES REVDOS. J. W. Morris W. C. Brown A. V. Cabral

N'esta redacção dão-se todas as informa- ções sobre tratados, e publicações evangelicas. Todas as pessoas que desejarem tomar assigna- tura d'este jornal dar-se-hão ao encommodo de nos remetter seu endereço que serão imme- diatamente attendidas. Os pagamentos poderão ser feitos pelo cor- reio.

Relação dos Missionarios

PORTO ALEGRE Revdos. J. W. Morris, Rua Independencia 41 W. C. Brown, Rua Independencia Es- quina João Telles Rev. A. V. Cabral, Diacono. Residencia: Rua Riachuelo (antiga da Ponte) N. 126 Caixa do Correio N.º 5.

RIO GRANDE Revdo, L. L. Kinsolving, Residencia: 147 Rua 16 de Julho 147. Rev. Vicente Brande, Diacono. Residencia: Rua Villeta 8. Caixa do Correio N.º 47.

PELOTAS Revdo. J. G. Meem, Rev. Antonio M. de Fraga, Diacono. Residencia: N. 101 Rua Feliz da Cunha. Caixa do Correio N.º 114.

RIO DOS SINOS Rev. Boaventura de Souza e Oliveira, Diacono.

Arvorae o estandarte aos povos Isaias 62:10.

PORTO ALEGRE, FEVEREIRO DE 1894

PUBLICAÇÃO: UMA VEZ NO FIM DE CADA MEZ Ν. 2.

mento do character nacional. Apraz-nos offerecer ás massas um ideal, ou antes um typo de verdadeiro progresso; esse typo que encerra em si um systhema eminente- mente practico e capaz de operar no or- ganismo da nação uma metamorphose a um tempo salutar e pacifica é o Evan- gelho de Nosso Senhor Jesus Christo.

Para uns a nossa asserção vai parecer vaga, e, para outros, ridicula. Porém quando se recorda que ha desenove secu- los a familia nem a sociedade eram o que são hoje pelo seu lado moral; quando se recorda que instituição nem uma tem feito mais por abolir a escravidão, dignificar a mulher, honrar as cas, acatar a virtude, do que o Christianismo tem feito; quando Abramos a Historia e que ella nos fale por bocca de um author insuspeito, pois não cria na divindade do Christianismo. *) „Estava reservado ao Christianismo a apresentar ao mundo um caracter ideal que atravéz de todas as mudanças de desenove seculos tem enchido os corações dos ho- mens com um amor apaixonado e se tem mostrado capaz de agir em todas as ida- des, nações, temperamentos e condições; e tem sido não sómente o mais alto padrão da virtude, porém o mais alto incentivo á sua practica; e tem exercido uma tão profunda influencia que com verdade pode ser dito que a simples recordação de tres breves annos de vida activa tem feito mais para regenerar e abrandar o genero hu- mano que todas as averiguações dos philo- sophos e todas as exhortações dos mora- listas. Isto tem sido o manancial de tudo o que ha de melhor e mais puro na vida Christã. Apezar de todas as faltas e que- das, apezar de todas as fraudes do clero, apezar das perseguições e do fanatismo que tem desfigurado a Egreja, elle tem preser- vado no character e exemplo de seu Fun- dador um Continuo principio de rege- neração."

A necessidade do Evangelho

Nem sempre basta examinar, no silencio do gabinete, os volumosos relatorios ou es- tejar interminaveis estatisticas para se ajuizar da educação povo; é preciso pôr o chapéo e sahir á rua, á praça, ao cáes, ao arrabalde, para ver e ouvir algo que nos fale com vóz mais practica.

E' preciso abrir nossas gazetas e lér os estirados artigos dos modernos escriptores anesses versos em que os poetas da moda andaram esgotando o folego proprio e a paciencia alheia. Convém fazer uma visi- ta aos bazares e vêr se o commercio torrente da revolução produziu de envolta presta homenagem ao que é honesto e com muitas virtudes civicas, tenho o cora- é legitimo. tambem uma chegada ção amargurado com as lembranças do pas- sado, e sou de parecer que appellemos Não seria demais de instrucção para inquiriestabelecimentos para a probidade, e para todos os senti- adornos do intellecto se estão lançando al- gumas sementes de fé no coração dos jo- vens. E' preciso ainda examinar muitas, muitissimas cousas mais para se fazer uma idéa das necessidades espirituaes do povo. Depois, aprofundar as causas de nos- sos erros e lacunas, e vêr que a alma de falta-lhe a Religião. E não se diga que é este o mal do dia e cuja 'responsabilidade a nós tão somente preparado pelas ultimas gerações. A in- dolencia, o indifferentimo, a ignorancia e o septicismo parecem ter sido os caracteristi- cos que a nossa sociedade volveu-se quazi que exclusivamente para as necessidades materiaes, se é que sa volveu para alguma cousa utli, ao passo que grandemente descurava os importan- tissimos problemas da educação. Os påes não deram aos filhos uma crença e um preparo que os habilitasse a resistir ás seducções do mundo e ás tentações do co- ração este outro mundo tantas vezes varrido pelo vendaval das paixões. E pois nosso fim chamar todos á considera- ção d'esta empreza eminente: o alevanta-

Desgraçado sophista! Com que direito vens e um homem tanto como outro. Muitas arrancar á innocencia o sceptro da razãa, pessoas parecem considerar que as obri- para o pôres na mão do crime, e extender gações da religião são o resultado d'um um véo funebre sobre a face da natureza, pacto voluntario, contracto ou promessa, privar o desgraçado da esperança, alegrar como o contracto para levar as malas, o o vicio, e aviltar a humanidade? Ainda fazer outra obra publica qualquer. Elles quando a existencia de Deus e a immor- suppõem que não ha nada anterior á pro- talidade da alma fossem meros sonhos, fissão da religião que obrigue um homem esses meros sonhos seriam a mais bella de a attender dos deveres d'ella, mais do que todas as invenções do espirito humano!..) existe para obrigal-o a alistar-se quando se recorda que ha desenove secu- no exercito, ou entrar n'um contracto de con- los a familia nem a sociedade eram o que são hoje pelo seu lado moral; quando se recorda que instituição nem uma tem feito mais por abolir a escravidão, dignificar a mulher, honrar as cas, acatar a virtude, do que o Christianismo tem feito; quando Luciano Bonaparte, fallando em nome do tribunato, assim se expresson: „Longe de nós estas doutrinas desola- doras que entregam a sociedade á discri- ção do accaso, e o coração humano a suas proprias paixões. Miseraveis sophistas, em vão amontoais os argumentos, a influencia mysteriosa da religião é incomprehensivel para aquelles que o arido, não querem ser absolvidos do mais fiel que o arido, não querem ser absolvidos do mais fiel e sua existencia não admitte contra."

Ouçamos ainda, diz Roselly de Lorgues, o que disse o orador das revoluções, o pro- prio Mirabeau. Quando a anarchia e a impiedade intentavam autorisar-se com seu nome, este homem prodigioso, a quem nem a violencia das paixões, nem as intrigas da politica podéram fazer que fechasse os olhos ás grandes verdades moraes e poli- ticas, soltou da bocca estas palavras me- moraveis: „Confessemos á face de todos os povos e nações que Deus é tão necessario ao povo ovo de França, como o é a liberdade, arvoremos o signal augusto do Christianis- mo em todos os departamentos, para que ninguem possa imputar-vos o crime de ter querido exhaurir o ultimo regresso da or- dem publica e apagar a ultima esperança da virtude desgraçada."

Não carece o Christianismo de defenso- res, senão de confessores; mas já que se trata de obter meios para nosso adianta- mento moral é justo e legitimo que invo- quemos o testemunho da Historia e que ella faça ouvir seus altos ensinamentos a todos quantos se interessam pelo bem fu- turo.

Sabemos que não falta ahi quem diga que os beneficios sociaes de que hoje go- zamos devemol-os em grande parte á in- fluencia das idéas philosophicas. Mas, quando se contempla a obra de a Revolução Franceza, e nóntro lugar: Elles abraçaram sua fortaleza, sua cidadella, sua defeza; e não podemos com razão dizer que tal VI. cousa é seu deus? O homem foi criado o fez sobre Elle, fal-o sobre a creatura d'um ou outro modo. A hera não pode crescer sózinha; é preciso torcer-se em roda d'um supporte; senão fôr o carvalho robusto, será o espinheiro; antes uma haste é com o coração e as affeições d'um ho- mem; se não ligam-se a Deus, ligar-se-hão a alguma cousa inferior.

French.

A Religião é uma obrigação universal

Todos os homens são obrigados a cum- prir com os deveres que a religião exige, e não se tem o unico verdadeiro Deus para abençoar-nos e sustentar-nos, ter-se-ha algum deus falso para illudir-nos e trahir- nos. O Psalmista reconheceu este facto, e por isso liga tão intimamente o esque- cimento do nome de Deus com a elevação das mãos a algum deus estrangeiro. Todo o homem tem alguma cousa em que espera, sobre a qual apoia-se, a qual retira-se, e com a qual enche seus pensamentos nos momentos de ocio; quando está sózinho, quando está deitado sem poder dormir, quando não está occupado com outros pen- samentos; idéa para a qual chega-se em tempos de afflicção ou tristeza, esperando d'ella o conforto e allivio. Ella constitue a fortaleza, sua cidadella, sua defeza; e não podemos com razão dizer que tal cousa é seu deus? O homem foi criado o fez sobre Elle, fal-o sobre a creatura d'um ou outro modo. A hera não pode crescer sózinha; é preciso torcer-se em roda d'um supporte; senão fôr o carvalho robusto, será o espinheiro; antes uma haste é com o coração e as affeições d'um ho- mem; se não ligam-se a Deus, ligar-se-hão a alguma cousa inferior.

French.

A Religião é uma obrigação universal

Todos os homens são obrigados a cum- prir com os deveres que a religião exige, e não se tem o unico verdadeiro Deus para abençoar-nos e sustentar-nos, ter-se-ha algum deus falso para illudir-nos e trahir- nos. O Psalmista reconheceu este facto, e por isso liga tão intimamente o esque- cimento do nome de Deus com a elevação das mãos a algum deus estrangeiro. Todo o homem tem alguma cousa em que espera, sobre a qual apoia-se, a qual retira-se, e com a qual enche seus pensamentos nos momentos de ocio; quando está sózinho, quando está deitado sem poder dormir, quando não está occupado com outros pen- samentos; idéa para a qual chega-se em tempos de afflicção ou tristeza, esperando d'ella o conforto e allivio. Ella constitue a fortaleza, sua cidadella, sua defeza; e não podemos com razão dizer que tal cousa é seu deus? O homem foi criado o fez sobre Elle, fal-o sobre a creatura d'um ou outro modo. A hera não pode crescer sózinha; é preciso torcer-se em roda d'um supporte; senão fôr o carvalho robusto, será o espinheiro; antes uma haste é com o coração e as affeições d'um ho- mem; se não ligam-se a Deus, ligar-se-hão a alguma cousa inferior.

French.

A Religião é uma obrigação universal

Todos os homens são obrigados a cum- prir com os deveres que a religião exige, e não se tem o unico verdadeiro Deus para abençoar-nos e sustentar-nos, ter-se-ha algum deus falso para illudir-nos e trahir- nos. O Psalmista reconheceu este facto, e por isso liga tão intimamente o esque- cimento do nome de Deus com a elevação das mãos a algum deus estrangeiro. Todo o homem tem alguma cousa em que espera, sobre a qual apoia-se, a qual retira-se, e com a qual enche seus pensamentos nos momentos de ocio; quando está sózinho, quando está deitado sem poder dormir, quando não está occupado com outros pen- samentos; idéa para a qual chega-se em tempos de afflicção ou tristeza, esperando d'ella o conforto e allivio. Ella constitue a fortaleza, sua cidadella, sua defeza; e não podemos com razão dizer que tal cousa é seu deus? O homem foi criado o fez sobre Elle, fal-o sobre a creatura d'um ou outro modo. A hera não pode crescer sózinha; é preciso torcer-se em roda d'um supporte; senão fôr o carvalho robusto, será o espinheiro; antes uma haste é com o coração e as affeições d'um ho- mem; se não ligam-se a Deus, ligar-se-hão a alguma cousa inferior.

French.

A Religião é uma obrigação universal

Todos os homens são obrigados a cum- prir com os deveres que a religião exige, e não se tem o unico verdadeiro Deus para abençoar-nos e sustentar-nos, ter-se-ha algum deus falso para illudir-nos e trahir- nos. O Psalmista reconheceu este facto, e por isso liga tão intimamente o esque- cimento do nome de Deus com a elevação das mãos a algum deus estrangeiro. Todo o homem tem alguma cousa em que espera, sobre a qual apoia-se, a qual retira-se, e com a qual enche seus pensamentos nos momentos de ocio; quando está sózinho, quando está deitado sem poder dormir, quando não está occupado com outros pen- samentos; idéa para a qual chega-se em tempos de afflicção ou tristeza, esperando d'ella o conforto e allivio. Ella constitue a fortaleza, sua cidadella, sua defeza; e não podemos com razão dizer que tal cousa é seu deus? O homem foi criado o fez sobre Elle, fal-o sobre a creatura d'um ou outro modo. A hera não pode crescer sózinha; é preciso torcer-se em roda d'um supporte; senão fôr o carvalho robusto, será o espinheiro; antes uma haste é com o coração e as affeições d'um ho- mem; se não ligam-se a Deus, ligar-se-hão a alguma cousa inferior.

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A Religião é uma obrigação universal

Todos os homens são obrigados a cum- prir com os deveres que a religião exige, e não se tem o unico verdadeiro Deus para abençoar-nos e sustentar-nos, ter-se-ha algum deus falso para illudir-nos e trahir- nos. O Psalmista reconheceu este facto, e por isso liga tão intimamente o esque- cimento do nome de Deus com a elevação das mãos a algum deus estrangeiro. Todo o homem tem alguma cousa em que espera, sobre a qual apoia-se, a qual retira-se, e com a qual enche seus pensamentos nos momentos de ocio; quando está sózinho, quando está deitado sem poder dormir, quando não está occupado com outros pen- samentos; idéa para a qual chega-se em tempos de afflicção ou tristeza, esperando d'ella o conforto e allivio. Ella constitue a fortaleza, sua cidadella, sua defeza; e não podemos com razão dizer que tal cousa é seu deus? O homem foi criado o fez sobre Elle, fal-o sobre a creatura d'um ou outro modo. A hera não pode crescer sózinha; é preciso torcer-se em roda d'um supporte; senão fôr o carvalho robusto, será o espinheiro; antes uma haste é com o coração e as affeições d'um ho- mem; se não ligam-se a Deus, ligar-se-hão a alguma cousa inferior.

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A Religião é uma obrigação universal

Todos os homens são obrigados a cum- prir com os deveres que a religião exige, e não se tem o unico verdadeiro Deus para abençoar-nos e sustentar-nos, ter-se-ha algum deus falso para illudir-nos e trahir- nos. O Psalmista reconheceu este facto, e por isso liga tão intimamente o esque- cimento do nome de Deus com a elevação das mãos a algum deus estrangeiro. Todo o homem tem alguma cousa em que espera, sobre a qual apoia-se, a qual retira-se, e com a qual enche seus pensamentos nos momentos de ocio; quando está sózinho, quando está deitado sem poder dormir, quando não está occupado com outros pen- samentos; idéa para a qual chega-se em tempos de afflicção ou tristeza, esperando d'ella o conforto e allivio. Ella constitue a fortaleza, sua cidadella, sua defeza; e não podemos com razão dizer que tal cousa é seu deus? O homem foi criado o fez sobre Elle, fal-o sobre a creatura d'um ou outro modo. A hera não pode crescer sózinha; é preciso torcer-se em roda d'um supporte; senão fôr o carvalho robusto, será o espinheiro; antes uma haste é com o coração e as affeições d'um ho- mem; se não ligam-se a Deus, ligar-se-hão a alguma cousa inferior.

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A Religião é uma obrigação universal

Todos os homens são obrigados a cum- prir com os deveres que a religião exige, e não se tem o unico verdadeiro Deus para abençoar-nos e sustentar-nos, ter-se-ha algum deus falso para illudir-nos e trahir- nos. O Psalmista reconheceu este facto, e por isso liga tão intimamente o esque- cimento do nome de Deus com a elevação das mãos a algum deus estrangeiro. Todo o homem tem alguma cousa em que espera, sobre a qual apoia-se, a qual retira-se, e com a qual enche seus pensamentos nos momentos de ocio; quando está sózinho, quando está deitado sem poder dormir, quando não está occupado com outros pen- samentos; idéa para a qual chega-se em tempos de afflicção ou tristeza, esperando d'ella o conforto e allivio. Ella constitue a fortaleza, sua cidadella, sua defeza; e não podemos com razão dizer que tal cousa é seu deus? O homem foi criado o fez sobre Elle, fal-o sobre a creatura d'um ou outro modo. A hera não pode crescer sózinha; é preciso torcer-se em roda d'um supporte; senão fôr o carvalho robusto, será o espinheiro; antes uma haste é com o coração e as affeições d'um ho- mem; se não ligam-se a Deus, ligar-se-hão a alguma cousa inferior.

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A Religião é uma obrigação universal

Todos os homens são obrigados a cum- prir com os deveres que a religião exige, e não se tem o unico verdadeiro Deus para abençoar-nos e sustentar-nos, ter-se-ha algum deus falso para illudir-nos e trahir- nos. O Psalmista reconheceu este facto, e por isso liga tão intimamente o esque- cimento do nome de Deus com a elevação das mãos a algum deus estrangeiro. Todo o homem tem alguma cousa em que espera, sobre a qual apoia-se, a qual retira-se, e com a qual enche seus pensamentos nos momentos de ocio; quando está sózinho, quando está deitado sem poder dormir, quando não está occupado com outros pen- samentos; idéa para a qual chega-se em tempos de afflicção ou tristeza, esperando d'ella o conforto e allivio. Ella constitue a fortaleza, sua cidadella, sua defeza; e não podemos com razão dizer que tal cousa é seu deus? O homem foi criado o fez sobre Elle, fal-o sobre a creatura d'um ou outro modo. A hera não pode crescer sózinha; é preciso torcer-se em roda d'um supporte; senão fôr o carvalho robusto, será o espinheiro; antes uma haste é com o coração e as affeições d'um ho- mem; se não ligam-se a Deus, ligar-se-hão a alguma cousa inferior.

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Todos os homens são obrigados a cum- prir com os deveres que a religião exige, e não se tem o unico verdadeiro Deus para abençoar-nos e sustentar-nos, ter-se-ha algum deus falso para illudir-nos e trahir- nos. O Psalmista reconheceu este facto, e por isso liga tão intimamente o esque- cimento do nome de Deus com a elevação das mãos a algum deus estrangeiro. Todo o homem tem alguma cousa em que espera, sobre a qual apoia-se, a qual retira-se, e com a qual enche seus pensamentos nos momentos de ocio; quando está sózinho, quando está deitado sem poder dormir, quando não está occupado com outros pen- samentos; idéa para a qual chega-se em tempos de afflicção ou tristeza, esperando d'ella o conforto e allivio. Ella constitue a fortaleza, sua cidadella, sua defeza; e não podemos com razão dizer que tal cousa é seu deus? O homem foi criado o fez sobre Elle, fal-o sobre a creatura d'um ou outro modo. A hera não pode crescer sózinha; é preciso torcer-se em roda d'um supporte; senão fôr o carvalho robusto, será o espinheiro; antes uma haste é com o coração e as affeições d'um ho- mem; se não ligam-se a Deus, ligar-se-hão a alguma cousa inferior.

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Todos os homens são obrigados a cum- prir com os deveres que a religião exige, e não se tem o unico verdadeiro Deus para abençoar-nos e sustentar-nos, ter-se-ha algum deus falso para illudir-nos e trahir- nos. O Psalmista reconheceu este facto, e por isso liga tão intimamente o esque- cimento do nome de Deus com a elevação das mãos a algum deus estrangeiro. Todo o homem tem alguma cousa em que espera, sobre a qual apoia-se, a qual retira-se, e com a qual enche seus pensamentos nos momentos de ocio; quando está sózinho, quando está deitado sem poder dormir, quando não está occupado com outros pen- samentos; idéa para a qual chega-se em tempos de afflicção ou tristeza, esperando d'ella o conforto e allivio. Ella constitue a fortaleza, sua cidadella, sua defeza; e não podemos com razão dizer que tal cousa é seu deus? O homem foi criado o fez sobre Elle, fal-o sobre a creatura d'um ou outro modo. A hera não pode crescer sózinha; é preciso torcer-se em roda d'um supporte; senão fôr o carvalho robusto, será o espinheiro; antes uma haste é com o coração e as affeições d'um ho- mem; se não ligam-se a Deus, ligar-se-hão a alguma cousa inferior.

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A Religião é uma obrigação universal

Todos os homens são obrigados a cum- prir com os deveres que a religião exige, e não se tem o unico verdadeiro Deus para abençoar-nos e sustentar-nos, ter-se-ha algum deus falso para illudir-nos e trahir- nos. O Psalmista reconheceu este facto, e por isso liga tão intimamente o esque- cimento do nome de Deus com a elevação das mãos a algum deus estrangeiro. Todo o homem tem alguma cousa em que espera, sobre a qual apoia-se, a qual retira-se, e com a qual enche seus pensamentos nos momentos de ocio; quando está sózinho, quando está deitado sem poder dormir, quando não está occupado com outros pen- samentos; idéa para a qual chega-se em tempos de afflicção ou tristeza, esperando d'ella o conforto e allivio. Ella constitue a fortaleza, sua cidadella, sua defeza; e não podemos com razão dizer que tal cousa é seu deus? O homem foi criado o fez sobre Elle, fal-o sobre a creatura d'um ou outro modo. A hera não pode crescer sózinha; é preciso torcer-se em roda d'um supporte; senão fôr o carvalho robusto, será o espinheiro; antes uma haste é com o coração e as affeições d'um ho- mem; se não ligam-se a Deus, ligar-se-hão a alguma cousa inferior.

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A Religião é uma obrigação universal

Todos os homens são obrigados a cum- prir com os deveres que a religião exige, e não se tem o unico verdadeiro Deus para abençoar-nos e sustentar-nos, ter-se-ha algum deus falso para illudir-nos e trahir- nos. O Psalmista reconheceu este facto, e por isso liga tão intimamente o esque- cimento do nome de Deus com a elevação das mãos a algum deus estrangeiro. Todo o homem tem alguma cousa em que espera, sobre a qual apoia-se, a qual retira-se, e com a qual

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