O Estandarte Christão - 07/1894
O ESTANDARTE CHRISTÃO
ORGAM DA EGREJA PROTESTANTE EPISCOPAL NO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL
Arvorae o estandarte aos povos Isaias 62:10.
VOL. II. POR ANNO.....3$000
PORTO ALEGRE, JULHO DE 1894
PUBLICAÇÃO: UMA VEZ NO FIM DE CADA MEZ Ν. 7.
Expediente
Toda a correspondencia deve-se dirigir á caixa n.º 5. A caixa do correio da redacção acha-se no edi- ficio da Escola Americana n.° 387 Rua Volun- tarios da Patria.
REDACTORES REVDOS. { J. W. Morris W. C. Brown A. V. Cabral
N'esta redacção dão-se todas as informa- ções sobre tratados, e publicações evangelicas, Todas as pessoas que desejarem tomar assigna- tura d'este jornal dar-se-hão ao encommodo de nos remetter seu endereço que serão imme- diatamente attendidas. Os pagamentos poderão ser feitos pelo cor-
mostrando que o primeiro e o segundo não a gloria, tendo encravado na cruz a cedu- estão de accordo com as palavras de Jesus la que nos devia trazer a condemnação! Christo que ao primeiro responde: »Ar- Tambem nós prégamos a Christo; tam- rependei-vos e crède no Evangelhos. Aquelle bem nós annunciamos sua vinda. Mas que crê em Mim ainda que esteja morto quão differente esta segunda vinda da pri- viverá; e ao segundo: Eu não rogo só- meira. Se para aquella vinda de amor e mente por elles, mas rogo tambem por de perdão foi necessario preparar ri- aquelles, que hão de crêr em Mim por meio jamente um povo, como não será ne- de sua palavra: para que elles sejam to- cessario preparar para a segunda vin- dos um, como tu Pai o és em Mim e eu da, que será uma vinda de julgamento, em Ti, para que tambem elles sejam um povo, porem todos os povos! Porque o em nós e creia o Mundo que Tu me Evangelho clara- enviaste. (João 17:20 e 21.) mente nos diz que a segunda vinda de Se o programma de Roma não nos ser- Christo será sobre as nuvens do Céo, cer- ve, não nos convem tambem o d'aquelles cado de gloria, para julgar os homens, se- que querem accentuar divisões no pro- parando os bons dos mãos. testantismo brazileiro ao passo que Assim que, agora é que temos opportu- um grande movimento de união se ma- nidade para arrependimento porque Hoje nifesta nas Egrejas mães e que os Missio- é o dia acceitavel, diz a Escriptura. N'aquelle narios em Africa, Asia e Oceania estão dia já não haverá escolha, porque os mor- fazendo todos os esforços por deixar o tra- tos que morrem no Senhor descansam de balho evangelico nas mãos dos naturaes, seus trabalhos, e aquelles que não creem afim de livrar a obra de Christo de todas já estão condemnados.<<< as peias de raça e nacionalidade. Revdos. W. C. Brown, Rua Independencia 41 J. W. Morris, Rua Independencia Es- quina João Telles Rev. A. V. Cabral, Diacono. Residencia: Rua Riachuelo (antiga da Ponte) N. 126 Caixa do Correio N.º 5. RIO GRANDE Revdo. L. L. Kinsolving, Residencia: 147 Rua 16 de Julho 147. Rev. Vicente Brande, Diacono. Residencia: General Camara 46. Caixa do Correio N.º 47. PELOTAS Revdo. J. G. Meem, Residencia: Rua General Victorino 32. Rev. Antonio M. de Fraga, Diacono. N. 61 Rua Feliz da Cunha, Residencia: Caixa do Correio N.º 114. RIO DOS SINOS Rev. Boaventura de Souza e Oliveira, Diacono.
Julho de 94. A. V. Cabral.
s corridas
(Para o Estandarte Christão<<.)
A Intendencia creou um premio destina- do aos apresentadores de melhores pare- lheiros. Nossos prados estão dirigidos por conhecidos cidadãos. Trata-se hoje de sim por julgarem a incapacidade do adintar bastante ahi só temos encomios. Mas o que quere- mos examinar e condemnar é a paixão de- vorante que quer fatalmente accompanhar esses avanços. Não ha dia feriado nem domingo em que não tenhamos corridas em algum dos nossos quatro prados. Cada dia de corridas o movimento da poule re- gula de 60 á 70 contos de reis e algumas vezes mais. A essa carreira que deu lugar ao ajunta- mento seguem-se outras ahi forjadas, con- tinuando assim até muitos dias, o que oc- casiona formarem os estrangeiros que vivem na Provincia commercios provisorios e bancas de diversos jogos n'esses lugares, os quaes jogos originam muitas vezes des- ordens no povo de certa classe. As car- reiras ou corridas teem seu lado util e agradavel tambem, porque em toda a reu- nião de cavalheiros, para divertirem-se, ha sempre belleza e muito principalmente, quando concorre, como n'estas, o sexo de- licado, para abrilhantal-as; havendo alem d'isto tudo, na propria corrida dos cavallos alguma cousa de deleitavel. Porem no nosso modo de pensar, mais salutares se tornariam e menos offensivos á moral esses divertimentos, se n'elles reinasse somente o fim da diversão e não o do interesse no dinheiro, que ao nosso vêr só deve ser ad- quirido por meio do trabalho.<<<
As inconveniencias que hermos apontado occasião de corridas. La achareis não pe- reio. Estas considerações peccariam por defi- cientes se não dissessemos uma palavra sobre o jogo de carreiras nos lugares de fóra. Quazi sempre esta especie tem lugar nas proximidades de algumas vendas. Muitos velhos, n'estas occasiões, sem se importarem com o exemplo que dão aos moços, são os primeiros a embriagarem-se. Depois vão para junto á cancha onde se vêem os parelheiros montados por corredo- res mandados vir de encommenda para fazer máo jogo. Depois da indispensavel linguiça temos os não menos indispensaveis rolos, e, como consequencia, mortes e feri- mentos. Ora tudo isto é altamente des- moralisador.
Sobre este assumpto vem a pello citar as palavras do Snr. João Cezimbra Jacques no seu interessante livro Ensaio sobre os costumes do Rio Grande do Sul«. Pgs 85 e 86:
Acceito o desafio que as vezes é me- diante avultadissimas sommas e até de estancias inteiras, depositam-se os capitaes las partes e marca-se o dia da carreira e o lugar; chegada essa epocha reune-se o povo das estancias em multidão, e correm os cavallos, algumas vezes suscitando-se duvidas, a ponto de irem a vias de facto; mas não é isto por causa do dinheiro e sim por julgarem a incapacidade do vallo rival de ganhar da parte opposta.
Preparemos
S. Lucas III: 4.
As grandes commoções sociaes, que aba- lam o mundo nos dias de hoje, devem for- çosamente preoccupar o espirito de quem pensa e quer o que é justo. O Brazil, povo novel nos estadios da civilisação, po- vo destinado a receber a corrente migra- toria, precisa quanto antes disciplinar o seu Character, formando um nucleo espiritual ao redor do qual se venha reunir o que o extrangeiro nos trouxer de bom, e quebrar o que elle nos trouxer de máo.
Como está escripto no Livro das palavras do Propheta Isaias: Voz do que clama no Deserto: Apparelhae o Caminho do Se- nhor: Fazei direitas as suas veredas.
O exame o mais rapido bem como o mais detido, nos capacitam de que o povo brazileiro está bem longe ainda dos altos designios para os quaes Deus o formou, de- signios que acham sua perfeita synthese no systhema moral de Jesus Christo. E' preciso pois preparar o caminho do Senhor, fazer direitas as suas veredas. E para isto fazer em um povo é preciso fazêl-o em as familias que formam esse povo; e para fazel-o nas familias é mister fazêl-o no individuo que é a unidade social. A questão reduz-se pois a preparar o individuo. Mas como? Será impondo-lhe o mero cumprimento de certas formulas, como a recitação de um cathecismo, a con- fissão auricular, a frequencia do culto pu- blico? Será prohibindo o livre exame, de- fendendo aos leigos a leitura da Biblia? Ou será, por outro lado, entrando em cam- po com programmas essencialmente secta- rios e que procuram replantar na livre terra brazileira a arvore das dissensões religio- sas? Não! porque acima de ambos os pro- grammas está o espirito de um seculo mor- re para o mundo e resuscita para escravos de seus vicios ou de seus patrões, o que é justo. Considerae que por esse systema O fim principal de uma propaganda ver- dadeiramente leal aos principios evangeli- cos deve ser pois não a mera adopção das doutrinas de certa escola, mas a conversão das almas a Christo. O individuo pode ser presbyteriano, methodista, episcopalia- no, baptista, lutherano etc., mas não es- quecer que a ultima palavra não foi dita por Calvino, Wesley, Cranmer e Luthero e que a acceitação dos principios esse essenciaes do Evangelho constitue por si só uma plataforma em que todos se podem dar a mão como irmãos. No que devemos ser intransigentes é em conservar a Biblia como nossa unicá regra de fé e practica. E quando se trata de aplainar e nivelar a estrada para a vinda de Christo, seja a Biblia o nivel que nos sirva para conhe- cer as desigualdades do coração. Ha n'este altezas de orgulho e de vaidade, baixezas de peccado e de mãos pensamentos. N'uns lugares é preciso abater, n'outros atulhar. E feliz d'aquelle que, comparando a Bi- blia com o seu coração, reconhece essas desigualdades! Os que se dizem justos não teem parte nos beneficios do Evangelho porque Jesus Christo não veiu buscar os justos, mas os peccadores ao arrependi- mento. E' á ovelhinha desgarrada, per- dida nos espinhaes d'este mundo que Je- sus Christo quer conduzir em suas mãos; e tornal-o apto para attingir aos fins da Creação. Feliz d'aquelle, repetimos, que. ao comparar seus actos, suas palavras, seus pensamentos com os preceitos do Evange- lho, reconhece a sua condição de peccador. E' feliz, por- que não tem a vinda que elle an- nunciava e para a qual preparava o ca- minho era uma vinda toda de amor, mise- ricordia, perdão e soffrimento. Jesus Christo, quando veiu áquella vez ao mundo, tomou a nossa carne para padecer por nós. Vem á luz em uma manjadoura, exula pelo Egypto, tabernacúla humildemente em Na- zareth, apparece na vida publica cercado de um bando de desconhecidos Galileus, por onde passa, se encontra a doença, deixa a cura, se encontra o peccado deixa o per- dão, e para complemento de sua obra de amor morre para o mundo e resuscita para escravos de seus vicios ou de seus patrões, o que é justo. Considerae que por esse systema O fim principal de uma propaganda ver- dadeiramente leal aos principios evangeli- cos deve ser pois não a mera adopção das doutrinas de certa escola, mas a conversão das almas a Christo. O individuo pode ser presbyteriano, methodista, episcopalia- no, baptista, lutherano etc., mas não es- quecer que a ultima palavra não foi dita por Calvino, Wesley, Cranmer e Luthero e que a acceitação dos principios esse essenciaes do Evangelho constitue por si só uma plataforma em que todos se podem dar a mão como irmãos. No que devemos ser intransigentes é em conservar a Biblia como nossa unicá regra de fé e practica. E quando se trata de aplainar e nivelar a estrada para a vinda de Christo, seja a Biblia o nivel que nos sirva para conhe- cer as desigualdades do coração. Ha n'este altezas de orgulho e de vaidade, baixezas de peccado e de mãos pensamentos. N'uns lugares é preciso abater, n'outros atulhar. E feliz d'aquelle que, comparando a Bi- blia com o seu coração, reconhece essas desigualdades! Os que se dizem justos não teem parte nos beneficios do Evangelho porque Jesus Christo não veiu buscar os justos, mas os peccadores ao arrependi- mento. E' á ovelhinha desgarrada, per- dida nos espinhaes d'este mundo que Je- sus Christo quer conduzir em suas mãos; e tornal-o apto para attingir aos fins da Creação. Feliz d'aquelle, repetimos, que. ao comparar seus actos, suas palavras, seus pensamentos com os preceitos do Evange- lho, reconhece a sua condição de peccador. E' feliz, por- que não tem a vinda que elle an- nunciava e para a qual preparava o ca- minho era uma vinda toda de amor, mise- ricordia, perdão e soffrimento. Jesus Christo, quando veiu áquella vez ao mundo, tomou a nossa carne para padecer por nós. Vem á luz em uma manjadoura, exula pelo Egypto, tabernacúla humildemente em Na- zareth, apparece na vida publica cercado de um bando de desconhecidos Galileus, por onde passa, se encontra a doença, deixa a cura, se encontra o peccado deixa o per- dão, e para complemento de sua obra de amor morre para o mundo e resuscita para
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ás necessidades da artilharia. Mas o que nos cumpre muito principal- mente analysar e submetter ao juizo do publico é a immoralidade consequente do jogo de carreiras. Admittindo mesmo que este seja o uni- co meio de aperfeiçoar a raça cavallar, hão de concordar que é pagar muito caro este beneficio; é, como dizia Francklin, dar tudo pelo assobios.
Pro veritas.
Nascimento Espiritual
O espirito assopra onde quer; e tu ouves a tua voz, mas não sabes d'onde elle vem, nem para onde vae; assim é todo aquelle que é nascido do Espirito».
As seguintes palavras são uma explicação do nascimento espiritual, cuja necessidade tem sido affirmada nos versiculos prece- dentes. Ellas devem ter vindo a Nicode- mos, trazendo comsigo um echo das pala- vras bem conhecidas: «Formou pois o Senhor Deus ao homem do barro da terra, e in- spirou no seu rosto um assopro de vida, e foi feito o homem em alma vivente» (Gen. 2:7). Estas palavras suggeriam pensamentos do corpo humano, frio, inani- mado, como um cadaver; do assopro de vida entrando n'elle; do mover-se do pulso, do abrir dos olhos, da acção dos nervos, musculos e membros, como na obediencia á vontade de Deus, a materia tornou-se a habitação do espirito, e o homem foi feito em alma vivente. Ha pensamentos analo- gos do espirito que tem a capacidade da vida e união com Deus, porém abatido de- baixo da vida physica com suas demandas imperativas para o sustento, e da vida sensivel com os seus prozeres e desgostos, com sua tristeza e alegria; do Espirito de Deus assoprando sobre elle; e do poder adormecido despertando em uma nova vida de nobres pensamentos, esperanças e ener- gias, quando o homem é nascido do Espi- rito.
O novo nascimento espiritual, comtudo, como o physico não se pode explicar. Po- demos observar os phenomenos, porém não podemos traçar o principio da vida. Elle assopra onde quer no vasto mundo do ho- mem, livre como o vento do céo, sem que seja limitado pelo paiz ou pela raça. A voz se ouve fallando ao proprio homem, e por elle aos outros; ha evidencia do novo na- scimento em a nova vida. Não sabemos de onde vem nem para onde vae. Não pode- mos fixar o dia nem a hora do novo nas- cimento com certeza. Não sabemos que será o seu resultado final. E' um princi- pio d'uma vida que é um crescimento con- stante e o mais alto desenvolvimento aqui nada é senão o germen do que será (I-João 3:2).
A experiencia chamada Descanço, tem ou não uma causa? Tem, necessariamente. Se este fosse um mundo fortuito, não esperariamos; porem sendo um mundo me- thodico, não pode ser d'outra forma. O descanço physico, descanço moral, descanço espiritual toda a espe- cie de descanço tem necessariamente sua causa. E mais cada effeito tem sua causa especial. Se desejar-se produzir um par- ticular effeito, a causa correspondente deve ser posta em acção. E' uma causa espe- cial e não outra. E' em vão inventar theorias bonitas, ou exercitar-se em certas devoções pias e reverentes, na esperança que por alguma forma o Descanço virá. A experiencia chamada Descanço, tem ou não uma causa? Tem, necessariamente. Se este fosse um mundo fortuito, não esperariamos; porem sendo um mundo me- thodico, não pode ser d'outra forma. O descanço physico, descanço moral, descanço espiritual toda a espe- cie de descanço tem necessariamente sua causa. E mais cada effeito tem sua causa especial. Se desejar-se produzir um par- ticular effeito, a causa correspondente deve ser posta em acção. E' uma causa espe- cial e não outra. E' em vão inventar theorias bonitas, ou exercitar-se em certas devoções pias e reverentes, na esperança que por alguma forma o Descanço virá. A experiencia chamada Descanço, tem ou não uma causa? Tem, necessariamente. Se este fosse um mundo fortuito, não esperariamos; porem sendo um mundo me- thodico, não pode ser d'outra forma. O descanço physico, descanço moral, descanço espiritual toda a espe- cie de descanço tem necessariamente sua causa. E mais cada effeito tem sua causa especial. Se desejar-se produzir um par- ticular effeito, a causa correspondente deve ser posta em acção. E' uma causa espe- cial e não outra. E' em vão inventar theorias bonitas, ou exercitar-se em certas devoções pias e reverentes, na esperança que por alguma forma o Descanço virá. A experiencia chamada Descanço, tem ou não uma causa? Tem, necessariamente. Se este fosse um mundo fortuito, não esperariamos; porem sendo um mundo me- thodico, não pode ser d'outra forma. O descanço physico, descanço moral, descanço espiritual toda a espe- cie de descanço tem necessariamente sua causa. E mais cada effeito tem sua causa especial. Se desejar-se produzir um par- ticular effeito, a causa correspondente deve ser posta em acção. E' uma causa espe- cial e não outra. E' em vão inventar theorias bonitas, ou exercitar-se em certas devoções pias e reverentes, na esperança que por alguma forma o Descanço virá. A experiencia chamada Descanço, tem ou não uma causa? Tem, necessariamente. Se este fosse um mundo fortuito, não esperariamos; porem sendo um mundo me- thodico, não pode ser d'outra forma. O descanço physico, descanço moral, descanço espiritual toda a espe- cie de descanço tem necessariamente sua causa. E mais cada effeito tem sua causa especial. Se desejar-se produzir um par- ticular effeito, a causa correspondente deve ser posta em acção. E' uma causa espe- cial e não outra. E' em vão inventar theorias bonitas, ou exercitar-se em certas devoções pias e reverentes, na esperança que por alguma forma o Descanço virá. A experiencia chamada Descanço, tem ou não uma causa? Tem, necessariamente. Se este fosse um mundo fortuito, não esperariamos; porem sendo um mundo me- thodico, não pode ser d'outra forma. O descanço physico, descanço moral, descanço espiritual toda a espe- cie de descanço tem necessariamente sua causa. E mais cada effeito tem sua causa especial. Se desejar-se produzir um par- ticular effeito, a causa correspondente deve ser posta em acção. E' uma causa espe- cial e não outra. E' em vão inventar theorias bonitas, ou exercitar-se em certas devoções pias e reverentes, na esperança que por alguma forma o Descanço virá. A experiencia chamada Descanço, tem ou não uma causa? Tem, necessariamente. Se este fosse um mundo fortuito, não esperariamos; porem sendo um mundo me- thodico, não pode ser d'outra forma. O descanço physico, descanço moral, descanço espiritual toda a espe- cie de descanço tem necessariamente sua causa. E mais cada effeito tem sua causa especial. Se desejar-se produzir um par- ticular effeito, a causa correspondente deve ser posta em acção. E' uma causa espe- cial e não outra. E' em vão inventar theorias bonitas, ou exercitar-se em certas devoções pias e reverentes, na esperança que por alguma forma o Descanço virá. A experiencia chamada Descanço, tem ou não uma causa? Tem, necessariamente. Se este fosse um mundo fortuito, não esperariamos; porem sendo um mundo me- thodico, não pode ser d'outra forma. O descanço physico, descanço moral, descanço espiritual toda a espe- cie de descanço tem necessariamente sua causa. E mais cada effeito tem sua causa especial. Se desejar-se produzir um par- ticular effeito, a causa correspondente deve ser posta em acção. E' uma causa espe- cial e não outra. 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O descanço physico, descanço moral, descanço espiritual toda a espe- cie de descanço tem necessariamente sua causa. E mais cada effeito tem sua causa especial. Se desejar-se produzir um par- ticular effeito, a causa correspondente deve ser posta em acção. E' uma causa espe- cial e não outra. E' em vão inventar theorias bonitas, ou exercitar-se em certas devoções pias e reverentes, na esperança que por alguma forma o Descanço virá. A experiencia chamada Descanço, tem ou não uma causa? Tem, necessariamente. Se este fosse um mundo fortuito, não esperariamos; porem sendo um mundo me- thodico, não pode ser d'outra forma. O descanço physico, descanço moral, descanço espiritual toda a espe- cie de descanço tem necessariamente sua causa. E mais cada effeito tem sua causa especial. Se desejar-se produzir um par- ticular effeito, a causa correspondente deve ser posta em acção. E' uma causa espe- cial e não outra. 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