O Estandarte Christão - 06/1893
O ESTANDARTE CHRISTÃO
ORGAM DA EGREJA PROTESTANTE EPISCOPAL NO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL Arvorae o estandarte aos povos Isaias 62:10.
VOL. I. ASSIGNATURA: POR ANNO 3$000 Expediente Toda a correspondencia deve-se dirigir á caixa do correio n. 5. O escriptorio da redacção acha-se no edi- ficio da Escola Americana n. 387 Rua Volun- tarios da Patria. REDACTORES REVDOS. J. W. Morris W. C. Brown N'esta redacção dão-se todas as informa- ções sobre tratados, e publicações evangelicas. Todas as pessoas que desejarem tomar assigna- tura d'este jornal dar-se-hão no encommodo de nos remetter seu endereço que serão imme- diatamente attendidas. Os pagamentos poderão ser feitos pelo cor- reio.
Relação dos Missionarios PORTO ALEGRE Revdos. J. W. Morris e W. C. Brown, Residencia: Rua Independencia Esquina Silveira Martins, Catechista Sr. A. V. Cabral, Residencia: Rua Riachuelo (antiga da Ponte) N. 126 Caixa do Correio N.º 5.
RIO GRANDE Revdo. L. L. Kinsolving, Residencia: 147 Rua 16 de Julho 147. Catechista Sr. Vicente Brande, Residencia: Rua Villeta 8. Caixa do Correio N.º 47.
PELOTAS Revilo. J. G. Meem. Catechista Sr. Antonio M. de Fraga Residencia: N. 101 Rua Feliz da Cunha, Caixa do Correio N.º 114.
RIO DOS SINOS Catechista, Sr. Boaventura de Souza e Oliveira.
A Obra Patriotica A alma da patria brasileira, profunda- mente sangrada u ver seus filhos frente a frente no campo de batalha, anceia pelos dias de quietitude e de paz. E nós, os pio- neiros do Evangelho, inquietos esperamos que a logica das armas seja substituida pela das razões e da justiça. Doe-nos o ter de crusar os braços, não podendo levar a tantos logares do interior do nosso que- rido Rio Grande do Sul, a mensagem santa e civilisadora do Evangelho. Anciosos por demais nos achamos pela consecução da paz, afim de prestarmos o nosso modesto contingente á grande obra da reconstrucção da Patria. Emquanto os politicos se es- forçam pela decretação de sabias leis, nós vamos procurando formar o caracter dos homens. A Lei, punindo o acto criminoso, não pode entretanto evital-o sondando as intenções; não tem poder para chegar a fonte do mal, o coração do individuo, como o tem a Religião. E cremos ter comnosco a doutrina mais propria para o preparo dos bons cidadãos. Cremos firme- mente que o Evangelho de Nosso Senhor Jesus Christo poderá dar ao individuo a noção de seu dever e a força para cum- pri-lo a todo o custo e a todo o risco, na prosperidade e na adversidade. Chamar- nos-hão talvez de supersticiosos, mas é preciso que se saiba que esta confiança em Christo é a nossa unica esperança. Só o Evangelho, perfeitamente disseminado por todas as camadas da sociedade, poderá tra- zer o bem estar ao povo brasileiro. O Evangelho é o que ha de mais proprio a preparar as massas para a organisação re- publicana.
PORTO ALEGRE, JUNHO DE 1893 PUBLICAÇÃO: UMA VEZ NO PRINCIPIO DE CADA MEZ Ν. 6.
do os alicerces d'esta com a terra empa- pada no sangue de milhões de seus filhos; as ideas que predominaram em sua revo- lução vinham quasi todas da incredulidade de Voltaire, consubstanciada n'aquelle ba- zar do absurdo, A Encyclopedia. Fi- cou desde aquelle tempo firme em França a obra da Republica? Responda-o a ria, responda-o 0 futuro. Os Estados Unidos de Norte America fundam a grande Republica buscando suas leis na Santa Biblia, cimentando o edificio nacional com a argamassa da legislação democrati- ca do Christianismo. Qual foi o resultado? Respondam os homens practicos, os esta- distas conscientes.
Lançando agora as bases de um grande trabalho, temos fé que Deus não abando- nará a sua obra e secundará as esforças da Egreja. E nossa patria, um dia, grande e forte pelo poder do Evangelho, será en- tão uma das primeiras nações do mundo. e tambem a mãe de um povo abençoado por Deus.
O Dia da Ascenção A résurreição de Jesus Christo fal-o Senhor da vida, e vencedor da morte, N'aquelle grande facto, Elle trouxe á luz a immortalidade e a vida. Elle vive e vive eternamente. «Tendo Christo resurgido dos mortos», disse São Paulo, já não morre, nem a morte terá sobre Elle mais dominio.» (Rom. VI. 9.) Apparecendo em visão gloriosa a seu aposto- lo S. João, declara Jesus, «Eu sou a pri- meiro e o ultimo, e o que vivo; fui morto mas eis aqui estou eu vivo por seculos dos seculos. (Apoc. I. 18.) Nosso Salva- dor morreu, é verdade, porém não morre mais, é vivo eternamente. Não adoramos um Sal Salvador morto; não confiamos n'um Senhor sem vida, Elle foi morto uma só vez; porém resurgiu, venceu a morte, e Apparecendo em visão gloriosa a seu aposto- lo S. João, declara Jesus, «Eu sou a pri- meiro e o ultimo, e o que vivo; fui morto mas eis aqui estou eu vivo por seculos dos seculos. (Apoc. I. 18.) Nosso Salva- dor morreu, é verdade, porém não morre mais, é vivo eternamente. Não adoramos um Sal Salvador morto; não confiamos n'um Senhor sem vida, Elle foi morto uma só vez; porém resurgiu, venceu a morte, e Apparecendo em visão gloriosa a seu aposto- lo S. João, declara Jesus, «Eu sou a pri- meiro e o ultimo, e o que vivo; fui morto mas eis aqui estou eu vivo por seculos dos seculos. (Apoc. I. 18.) Nosso Salva- dor morreu, é verdade, porém não morre mais, é vivo eternamente. Não adoramos um Sal Salvador morto; não confiamos n'um Senhor sem vida, Elle foi morto uma só vez; porém resurgiu, venceu a morte, e Apparecendo em visão gloriosa a seu aposto- lo S. João, declara Jesus, «Eu sou a pri- meiro e o ultimo, e o que vivo; fui morto mas eis aqui estou eu vivo por seculos dos seculos. (Apoc. I. 18.) Nosso Salva- dor morreu, é verdade, porém não morre mais, é vivo eternamente. Não adoramos um Sal Salvador morto; não confiamos n'um Senhor sem vida, Elle foi morto uma só vez; porém resurgiu, venceu a morte, e Apparecendo em visão gloriosa a seu aposto- lo S. João, declara Jesus, «Eu sou a pri- meiro e o ultimo, e o que vivo; fui morto mas eis aqui estou eu vivo por seculos dos seculos. (Apoc. I. 18.) Nosso Salva- dor morreu, é verdade, porém não morre mais, é vivo eternamente. Não adoramos um Sal Salvador morto; não confiamos n'um Senhor sem vida, Elle foi morto uma só vez; porém resurgiu, venceu a morte, e Apparecendo em visão gloriosa a seu aposto- lo S. João, declara Jesus, «Eu sou a pri- meiro e o ultimo, e o que vivo; fui morto mas eis aqui estou eu vivo por seculos dos seculos. (Apoc. I. 18.) Nosso Salva- dor morreu, é verdade, porém não morre mais, é vivo eternamente. Não adoramos um Sal Salvador morto; não confiamos n'um Senhor sem vida, Elle foi morto uma só vez; porém resurgiu, venceu a morte, e Apparecendo em visão gloriosa a seu aposto- lo S. João, declara Jesus, «Eu sou a pri- meiro e o ultimo, e o que vivo; fui morto mas eis aqui estou eu vivo por seculos dos seculos. (Apoc. I. 18.) Nosso Salva- dor morreu, é verdade, porém não morre mais, é vivo eternamente. Não adoramos um Sal Salvador morto; não confiamos n'um Senhor sem vida, Elle foi morto uma só vez; porém resurgiu, venceu a morte, e Apparecendo em visão gloriosa a seu aposto- lo S. João, declara Jesus, «Eu sou a pri- meiro e o ultimo, e o que vivo; fui morto mas eis aqui estou eu vivo por seculos dos seculos. (Apoc. I. 18.) Nosso Salva- dor morreu, é verdade, porém não morre mais, é vivo eternamente. Não adoramos um Sal Salvador morto; não confiamos n'um Senhor sem vida, Elle foi morto uma só vez; porém resurgiu, venceu a morte, e Apparecendo em visão gloriosa a seu aposto- lo S. João, declara Jesus, «Eu sou a pri- meiro e o ultimo, e o que vivo; fui morto mas eis aqui estou eu vivo por seculos dos seculos. (Apoc. I. 18.) Nosso Salva- dor morreu, é verdade, porém não morre mais, é vivo eternamente. Não adoramos um Sal Salvador morto; não confiamos n'um Senhor sem vida, Elle foi morto uma só vez; porém resurgiu, venceu a morte, e Apparecendo em visão gloriosa a seu aposto- lo S. João, declara Jesus, «Eu sou a pri- meiro e o ultimo, e o que vivo; fui morto mas eis aqui estou eu vivo por seculos dos seculos. (Apoc. I. 18.) Nosso Salva- dor morreu, é verdade, porém não morre mais, é vivo eternamente. Não adoramos um Sal Salvador morto; não confiamos n'um Senhor sem vida, Elle foi morto uma só vez; porém resurgiu, venceu a morte, e Apparecendo em visão gloriosa a seu aposto- lo S. João, declara Jesus, «Eu sou a pri- meiro e o ultimo, e o que vivo; fui morto mas eis aqui estou eu vivo por seculos dos seculos. (Apoc. I. 18.) Nosso Salva- dor morreu, é verdade, porém não morre mais, é vivo eternamente. Não adoramos um Sal Salvador morto; não confiamos n'um Senhor sem vida, Elle foi morto uma só vez; porém resurgiu, venceu a morte, e Apparecendo em visão gloriosa a seu aposto- lo S. João, declara Jesus, «Eu sou a pri- meiro e o ultimo, e o que vivo; fui morto mas eis aqui estou eu vivo por seculos dos seculos. (Apoc. I. 18.) Nosso Salva- dor morreu, é verdade, porém não morre mais, é vivo eternamente. Não adoramos um Sal Salvador morto; não confiamos n'um Senhor sem vida, Elle foi morto uma só vez; porém resurgiu, venceu a morte, e Apparecendo em visão gloriosa a seu aposto- lo S. João, declara Jesus, «Eu sou a pri- meiro e o ultimo, e o que vivo; fui morto mas eis aqui estou eu vivo por seculos dos seculos. (Apoc. I. 18.) Nosso Salva- dor morreu, é verdade, porém não morre mais, é vivo eternamente. Não adoramos um Sal Salvador morto; não confiamos n'um Senhor sem vida, Elle foi morto uma só vez; porém resurgiu, venceu a morte, e Apparecendo em visão gloriosa a seu aposto- lo S. João, declara Jesus, «Eu sou a pri- meiro e o ultimo, e o que vivo; fui morto mas eis aqui estou eu vivo por seculos dos seculos. (Apoc. I. 18.) Nosso Salva- dor morreu, é verdade, porém não morre mais, é vivo eternamente. Não adoramos um Sal Salvador morto; não confiamos n'um Senhor sem vida, Elle foi morto uma só vez; porém resurgiu, venceu a morte, e Apparecendo em visão gloriosa a seu aposto- lo S. João, declara Jesus, «Eu sou a pri- meiro e o ultimo, e o que vivo; fui morto mas eis aqui estou eu vivo por seculos dos seculos. (Apoc. I. 18.) Nosso Salva- dor morreu, é verdade, porém não morre mais, é vivo eternamente. Não adoramos um Sal Salvador morto; não confiamos n'um Senhor sem vida, Elle foi morto uma só vez; porém resurgiu, venceu a morte, e Apparecendo em visão gloriosa a seu aposto- lo S. João, declara Jesus, «Eu sou a pri- meiro e o ultimo, e o que vivo; fui morto mas eis aqui estou eu vivo por seculos dos seculos. (Apoc. I. 18.) Nosso Salva- dor morreu, é verdade, porém não morre mais, é vivo eternamente. Não adoramos um Sal Salvador morto; não confiamos n'um Senhor sem vida, Elle foi morto uma só vez; porém resurgiu, venceu a morte, e Apparecendo em visão gloriosa a seu aposto- lo S. João, declara Jesus, «Eu sou a pri- meiro e o ultimo, e o que vivo; fui morto mas eis aqui estou eu vivo por seculos dos seculos. (Apoc. I. 18.) Nosso Salva- dor morreu, é verdade, porém não morre mais, é vivo eternamente. Não adoramos um Sal Salvador morto; não confiamos n'um Senhor sem vida, Elle foi morto uma só vez; porém resurgiu, venceu a morte, e Apparecendo em visão gloriosa a seu aposto- lo S. João, declara Jesus, «Eu sou a pri- meiro e o ultimo, e o que vivo; fui morto mas eis aqui estou eu vivo por seculos dos seculos. (Apoc. I. 18.) Nosso Salva- dor morreu, é verdade, porém não morre mais, é vivo eternamente. Não adoramos um Sal Salvador morto; não confiamos n'um Senhor sem vida, Elle foi morto uma só vez; porém resurgiu, venceu a morte, e Apparecendo em visão gloriosa a seu aposto- lo S. João, declara Jesus, «Eu sou a pri- meiro e o ultimo, e o que vivo; fui morto mas eis aqui estou eu vivo por seculos dos seculos. (Apoc. I. 18.) Nosso Salva- dor morreu, é verdade, porém não morre mais, é vivo eternamente. Não adoramos um Sal Salvador morto; não confiamos n'um Senhor sem vida, Elle foi morto uma só vez; porém resurgiu, venceu a morte, e Apparecendo em visão gloriosa a seu aposto- lo S. João, declara Jesus, «Eu sou a pri- meiro e o ultimo, e o que vivo; fui morto mas eis aqui estou eu vivo por seculos dos seculos. (Apoc. I. 18.) Nosso Salva- dor morreu, é verdade, porém não morre mais, é vivo eternamente. Não adoramos um Sal Salvador morto; não confiamos n'um Senhor sem vida, Elle foi morto uma só vez; porém resurgiu, venceu a morte, e Apparecendo em visão gloriosa a seu aposto- lo S. João, declara Jesus, «Eu sou a pri- meiro e o ultimo, e o que vivo; fui morto mas eis aqui estou eu vivo por seculos dos seculos. (Apoc. I. 18.) Nosso Salva- dor morreu, é verdade, porém não morre mais, é vivo eternamente. Não adoramos um Sal Salvador morto; não confiamos n'um Senhor sem vida, Elle foi morto uma só vez; porém resurgiu, venceu a morte, e Apparecendo em visão gloriosa a seu aposto- lo S. João, declara Jesus, «Eu sou a pri- meiro e o ultimo, e o que vivo; fui morto mas eis aqui estou eu vivo por seculos dos seculos. (Apoc. I. 18.) Nosso Salva- dor morreu, é verdade, porém não morre mais, é vivo eternamente. Não adoramos um Sal Salvador morto; não confiamos n'um Senhor sem vida, Elle foi morto uma só vez; porém resurgiu, venceu a morte, e Apparecendo em visão gloriosa a seu aposto- lo S. João, declara Jesus, «Eu sou a pri- meiro e o ultimo, e o que vivo; fui morto mas eis aqui estou eu vivo por seculos dos seculos. (Apoc. I. 18.) Nosso Salva- dor morreu, é verdade, porém não morre mais, é vivo eternamente. Não adoramos um Sal Salvador morto; não confiamos n'um Senhor sem vida, Elle foi morto uma só vez; porém resurgiu, venceu a morte, e Apparecendo em visão gloriosa a seu aposto- lo S. João, declara Jesus, «Eu sou a pri- meiro e o ultimo, e o que vivo; fui morto mas eis aqui estou eu vivo por seculos dos seculos. (Apoc. I. 18.) Nosso Salva- dor morreu, é verdade, porém não morre mais, é vivo eternamente. Não adoramos um Sal Salvador morto; não confiamos n'um Senhor sem vida, Elle foi morto uma só vez; porém resurgiu, venceu a morte, e Apparecendo em visão gloriosa a seu aposto- lo S. João, declara Jesus, «Eu sou a pri- meiro e o ultimo, e o que vivo; fui morto mas eis aqui estou eu vivo por seculos dos seculos. (Apoc. I. 18.) Nosso Salva- dor morreu, é verdade, porém não morre mais, é vivo eternamente. Não adoramos um Sal Salvador morto; não confiamos n'um Senhor sem vida, Elle foi morto uma só vez; porém resurgiu, venceu a morte, e Apparecendo em visão gloriosa a seu aposto- lo S. João, declara Jesus, «Eu sou a pri- meiro e o ultimo, e o que vivo; fui morto mas eis aqui estou eu vivo por seculos dos seculos. (Apoc. I. 18.) Nosso Salva- dor morreu, é verdade, porém não morre mais, é vivo eternamente. Não adoramos um Sal Salvador morto; não confiamos n'um Senhor sem vida, Elle foi morto uma só vez; porém resurgiu, venceu a morte, e Apparecendo em visão gloriosa a seu aposto- lo S. João, declara Jesus, «Eu sou a pri- meiro e o ultimo, e o que vivo; fui morto mas eis aqui estou eu vivo por seculos dos seculos. (Apoc. I. 18.) Nosso Salva- dor morreu, é verdade, porém não morre mais, é vivo eternamente. Não adoramos um Sal Salvador morto; não confiamos n'um Senhor sem vida, Elle foi morto uma só vez; porém resurgiu, venceu a morte, e Apparecendo em visão gloriosa a seu aposto- lo S. João, declara Jesus, «Eu sou a pri- meiro e o ultimo, e o que vivo; fui morto mas eis aqui estou eu vivo por seculos dos seculos. (Apoc. I. 18.) 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Não adoramos um Sal Salvador morto; não confiamos n'um Senhor sem vida, Elle foi morto uma só vez; porém resurgiu, venceu a morte, e Apparecendo em visão gloriosa a seu aposto- lo S. João, declara Jesus, «Eu sou a pri- meiro e o ultimo, e o que vivo; fui morto mas eis aqui estou eu vivo por seculos dos seculos. (Apoc. I. 18.) Nosso Salva- dor morreu, é verdade, porém não morre mais, é vivo eternamente. Não adoramos um Sal Salvador morto; não confiamos n'um Senhor sem vida, Elle foi morto uma só vez; porém resurgiu, venceu a morte, e Apparecendo em visão gloriosa a seu aposto- lo S. João, declara Jesus, «Eu sou a pri- meiro e o ultimo, e o que vivo; fui morto mas eis aqui estou eu vivo por seculos dos seculos. (Apoc. I. 18.) Nosso Salva- dor morreu, é verdade, porém não morre mais, é vivo eternamente. Não adoramos um Sal Salvador morto; não confiamos n'um Senhor sem vida, Elle foi morto uma só vez; porém resurgiu, venceu a morte, e Apparecendo em visão gloriosa a seu aposto- lo S. João, declara Jesus, «Eu sou a pri- meiro e o ultimo, e o que vivo; fui morto mas eis aqui estou eu vivo por seculos dos seculos. (Apoc. I. 18.) Nosso Salva- dor morreu, é verdade, porém não morre mais, é vivo eternamente. Não adoramos um Sal Salvador morto; não confiamos n'um Senhor sem vida, Elle foi morto uma só vez; porém resurgiu, venceu a morte, e Apparecendo em visão gloriosa a seu aposto- lo S. João, declara Jesus, «Eu sou a pri- meiro e o ultimo, e o que vivo; fui morto mas eis aqui estou eu vivo por seculos dos seculos. (Apoc. I. 18.) Nosso Salva- dor morreu, é verdade, porém não morre mais, é vivo eternamente. Não adoramos um Sal Salvador morto; não confiamos n'um Senhor sem vida, Elle foi morto uma só vez; porém resurgiu, venceu a morte, e Apparecendo em visão gloriosa a seu aposto- lo S. João, declara Jesus, «Eu sou a pri- meiro e o ultimo, e o que vivo; fui morto mas eis aqui estou eu vivo por seculos dos seculos. (Apoc. I. 18.) 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João, declara Jesus, «Eu sou a pri- meiro e o ultimo, e o que vivo; fui morto mas eis aqui estou eu vivo por seculos dos seculos. (Apoc. I. 18.) Nosso Salva- dor morreu, é verdade, porém não morre mais, é vivo eternamente. Não adoramos um Sal Salvador morto; não confiamos n'um Senhor sem vida, Elle foi morto uma só vez; porém resurgiu, venceu a morte, e Apparecendo em visão gloriosa a seu aposto- lo S. João, declara Jesus, «Eu sou a pri- meiro e o ultimo, e o que vivo; fui morto mas eis aqui estou eu vivo por seculos dos seculos. (Apoc. I. 18.) Nosso Salva- dor morreu, é verdade, porém não morre mais, é vivo eternamente. Não adoramos um Sal Salvador morto; não confiamos n'um Senhor sem vida, Elle foi morto uma só vez; porém resurgiu, venceu a morte, e Apparecendo em visão gloriosa a seu aposto- lo S. João, declara Jesus, «Eu sou a pri- meiro e o ultimo, e o que vivo; fui morto mas eis aqui estou eu vivo por seculos dos seculos. (Apoc. I. 18.) Nosso Salva- dor morreu, é verdade, porém não morre mais, é vivo eternamente. Não adoramos um Sal Salvador morto; não confiamos n'um Senhor sem vida, Elle foi morto uma só vez; porém resurgiu, venceu a morte, e Apparecendo em visão gloriosa a seu aposto- lo S. João, declara Jesus, «Eu sou a pri- meiro e o ultimo, e o que vivo; fui morto mas eis aqui estou eu vivo por seculos dos seculos. (Apoc. I. 18.) Nosso Salva- dor morreu, é verdade, porém não morre mais, é vivo eternamente. Não adoramos um Sal Salvador morto; não confiamos n'um Senhor sem vida, Elle foi morto uma só vez; porém resurgiu, venceu a morte, e Apparecendo em visão gloriosa a seu aposto- lo S. João, declara Jesus, «Eu sou a pri- meiro e o ultimo, e o que vivo; fui morto mas eis aqui estou eu vivo por seculos dos seculos. (Apoc. I. 18.) Nosso Salva- dor morreu, é verdade, porém não morre mais, é vivo eternamente. 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Nosso Salva- dor morreu, é verdade, porém não morre mais, é vivo eternamente. Não adoramos um Sal Salvador morto; não confiamos n'um Senhor sem vida, Elle foi morto uma só vez; porém resurgiu, venceu a morte, e Apparecendo em visão gloriosa a seu aposto- lo S. João, declara Jesus, «Eu sou a pri- meiro e o ultimo, e o que vivo; fui morto mas eis aqui estou eu vivo por seculos dos seculos. (Apoc. I. 18.) Nosso Salva- dor morreu, é verdade, porém não morre mais, é vivo eternamente. Não adoramos um Sal Salvador morto; não confiamos n'um Senhor sem vida, Elle foi morto uma só vez; porém resurgiu, venceu a morte, e Apparecendo em visão gloriosa a seu aposto- lo S. João, declara Jesus, «Eu sou a pri- meiro e o ultimo, e o que vivo; fui morto mas eis aqui estou eu vivo por seculos dos seculos. (Apoc. I. 18.) Nosso Salva- dor morreu, é verdade, porém não morre mais, é vivo eternamente. 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