O Estandarte Christão - 11/1895
O ESTANDARTE CHRISTÃO
ORGAM DA EGREJA PROTESTANTE EPISCOPAL NO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL
Arvorae o estandarte aos povos - Isaias 62:10.
VOL. III. POR ANNO 3$000 PUBLICAÇÃO: UMA VEZ NO FIM DE CADA MEZ Ν. 11.
Expediente
Toda a correspondencia deve-se dirigir á caixa do correio n.° 5. O escriptorio da redacção acha-se no edi- ficio da Escola Americana n.° 387 Rua Volun- tarios da Patria.
REDACTORES REVDOS. J. W. Morris W. C. Brown A. V. Cabral
N'esta redacção dão-se todas as informa- ções sobre tratados, e publicações evangelicas. Todas as pessoas que desejarem tomar assigna- tura d'este jornal dar-se-hão ao encommodo de nos remetter seu endereço que serão imme- diatamente attendidas. Os pagamentos poderão ser feitos pelo cor- reio.
15 de Novembro
Cumprem-se hoje seis annos que a Re- publica foi proclamada no Brazil. Rememoramos essa data e rememoramol-a com respeito, porque entre os deveres que são impostos aos doutrinadores do povo, o respeito pelos grandes dias da patria é um d'elles.
Somos sinceros; não viemos queimar in- censo aos idolos do dia; viemos impellidos pela marcha do protestantismo ou, para melhor dizer, do christianismo, que manda respeitar as instituições e servil-as com sinceridade. Se somos imparciaes na apreciação dos factos politicos da patria, se, por norma de conducta, não prendemos a dignidade de nossa causa a nenhum partido politico; não somos comtudo indifferentes ao pro- gresso do nosso paiz. Pelo caminho que nos pareceu melhor, o caminho da propa- ganda evangelica, hemos enveredado, vi- sando a regeneração dos costumes publicos e privados. E assim é que nossa causa, sendo a causa da humanidade, é a causa da patria; trabalhando para o aperfeiçoa- mento moral essa causa hade tarde ou cê- do influir, indirecta, mas efficientemente, na consolidação das instituições, na com- prehensão e practica das leis.
Frederico G. Schmidt.
O protestantismo ensina e põe emphase no respeito à vida e á propriedade; a Re- publica encontrará pois, nos protestantes, que forem sinceros, cidadãos honestos. O protestantismo ensina o respeito pela crença alheia; a Republica encontrará pois, nos protestantes, homens cheios de toleran- cia e promptos a observar com fidelidade as leis que garantem a liberdade de con- sciencia. O protestantismo ensina o trabalho, a resignação, o estudo; a Republica e a Pa- tria terão nos protestantes homens uteis e probos.
Por seu lado a Republica preciza cum- prir com o que nos prometteu; prometteu- nos liberdade religiosa, é justo que nol-a conceda inteira e efficaz. E irá no cumprimento de sua promessa uma medida salutar. A Hespanha affogou em sangue a causa do protestantismo, e o triumpho do catholicismo na Hespanha im- portou no cerceamento da liberdade de consciencia e no atrazo palpavel d'essa heroica nacionalidade. A França expulsou os huguenotes, e foi a fina flor dos artesões francezes que par- tiu a dar aquelle grande impulso á indu- tria ingleza; mais do que isso, foi um braço perfeito amputado ao grande corpo da França liberal e sensata. Se aquelles que tem a suprema direcção dos negocios publicos querem pois cimen- tar e honrar a obra que foi iniciada a 15 de Novembro, mirem-se no grande espelho da Historia e façam da Lei Republicana uma realidade.
Relação das Egrejas
A Capella da Trindade Rua dos Voluntarios da Patria N. 386 PORTO ALEGRE Pastor: Rev. James W. Morris. Junta Parochial: Raymundo José Pereira, 1.º Guardião João Leirias, 2.º Guardião; Gervasio M. de Moraes Sarmento, Thesoureiro; Major José Lopes de Oliveira, Secretario; Carlos Emil Hardegger; Gabriel dos Santos.
A Capella do Bom Pastor Rua Riachuelo Nr. 126 PORTO ALEGRE Pastor: Rev. W. C. Brown. Diacono: Rev. V. Brande. Junta Parochial: Antonio P. da Silva, Thesoureiro; Pinto de Leão, 1º Guardião; José P. S. Norte 2º Guardião.
A Capella do Calvario RIO DOS SINOS Pastor: Rev. Antonio M. de Fraga, Junta Parochial: André Machado Fraga, 1.º Guardião Maurilio M. de M. Sarmento, 2.º Guardião; Ernesto Gomes P. Bastos, Thesoureiro; Affonso Antunes da Cunha, Secretario; Odorico F. de Souza; Lucas M. de M. Sarmento.
A Capella do Redemptor Rua Felix da Cunha Nr. 61 PELOTAS Pastor: Rev. J. G. Meem. Junta Parochial: Belmiro F. da Silva, 1. Guardião; Raphael A. dos Santos, 2.º Guardião; Amaro Pinto de Oliveira, Thesoureiro; Joaquim A. Fróes, Registrador; Manoel G. de Cas- tro; Alypio J. dos Santos.
A Capella do Salvador Rua 20 de Fevereiro, Esquina Villete RIO GRANDE Pastor: Rev. L. L. Kinsolving. Junta Parochial: Rodrigo da Costa de Almeida Lobo, Thesoureiro; Manoel Thomaz de Oliveira, 1.º Guardião; Angelo Catalan, 2.º Guar- dião; João Vicente Romeu, Registrador; Antonio Gazzineo, Jacyntho de Santa Anna,
Viamão (Congregação ainda não formada) Rev.: Americo V. Cabral.
(Tit. IV. Garantias geraes de ordem el progresso no Estado.)
As numerosas subdivisões do Poder ain- da não foram comtudo pervadidas pelo es- pirito da constituição, devido sem duvida a falta de doutrinamento republicano. Essa ignorancia da lei tem forçosamente que se fazer sentir nos pontos menos em contacto com os centros governativos. E assim, presagiando futuras difficuldades em nosso trabalho, para não dizer recor- dando os passados, queremos patentear nossos direitos constitucionaes para em de- vido tempo chamarmos á justiça aquelles que fechando os olhos ás liberdades da Republica, pretenderem impedir nossa pro- paganda. A reacção catholica-romana não acceita o todo das garantias de liberdade de con- sciencia, justamente porque não está ac- costumada a dal-as. Prefiriria ella fazer uma concordata com o governo, entromet- ter-se no ensino das escolas publicas e as- sim ir estendendo seus tentaculos até ma- tar por asphyxia a ultima fracção de li- berdade genuinamente republicana. O Evangelho porém trabalha pela liber- dade do individuo e dos povos. Que a Republica não deixe pois que a causa do protestantismo seja esmagada debaixo das garras dos seus inimigos seculares. Liberdade com garantias, eis o que pe- dimos ao saudar o anniversario da Repu- blica.
Novembro de 95. A. V. Cabral.
Avante!
A indifferença com que o nosso povo en- cara a mais sublime e a mais santa das causas, o desprezo dado a essa mina aurea e inexgotavel do Evangelho, por outro la- do a influencia jesuitica que domina em muitos espiritos, a superstição, o fanatismo, fructos inevitaveis d'uma religião adultera- da, semeada entre o povo brazileiro; em- fim, todos os ataques da mentira contra a verdade, são factores do desanimo que se nota entre alguns, mais ou menos timidos, nas fileiras dos soldados de Jesus Christo. Mas não devemos mais permanecer n'uma attitude desanimadora, porque ella seria uma falta de fé, de confiança no General dos Generaes.
Laboram por certo em erro aquelles que demorando-se em contemplar as tristezas, as contrariedades do passado, não volvem seus olhares para o futuro, divisando-o sempre ridente animados pela consoladora esperança. Em breve, será registrada nas paginas do passado, a historia do seculo XIX. Se- rá um seculo de luzes? Sim; mas d'entre todas essas bellas concepções do cerebro humano, vimos tambem surgir ideias que só o egoismo, esse peccado capital do ho- mem, póde alimentar! Os progressos admiraveis da sciencia, fizerão nascer um certo orgulho, os homens d'elles chegaram até a negar o proprio Creador! Esforçaram-se, em vão, para destruir a religião, ridicularisaram a Biblia, e um sem numero de ataques lhe forão dirigidas. As doutrinas mais absurdas tem entra- do d'esse grande combate de ideias, vi- mos sahir o materialismo, semelhante á peste que assola os campos depois das gran- des batalhas!
Então nada temos a temer nós que sin- ceramente confiamos no Divino Salvador. Olhemos para frente, para o futuro, para a victoria, para os louros, e sejamos fieis! Escudados na fé saiamos aos combates do mundo e do Principe das trévas, e em nossos reductos tremule aquella bandeira em que «Avante!» seja inscripto em cara- cteres aureos e indeleveis!
Frederico G. Schmidt.
Rio Grande, Novembro 1895.
Aos membros da congrega- ção ingleza em P. Alegre
Ao completar um anno que foram prin- cipiados os serviços religiosos em inglez, e agora que o periodo de experiencia tem passado e os serviços estão definitivamente estabelecidos parece proprio que alguma relação do trabalho annual seja apresenta- da de uma revista do registro da Egreja, e de um exame das contas do Sr. Macfar- lane que, a meu pedido, gentilmente se prestou a servir como thesoureiro, escolhi os seguintes factos que me parecem de in- teresse e dignos de serem lembrados.
O primeiro culto publico foi realizado a 4 de Novembro, no 16. domingo depois da Trindade, com uma frequencia de 18 pessoas. Se bem que os cultos fossem in- terrompidos durante os mezes de Janeiro e Fevereiro, congregações com uma média de 20 pessoas reuniram-se não menos que 43 vezes para adorar a Deus Todo Po- deroso. Até o meiado de Junho o Rev. James W. Morris foi meu collaborador. Depois d'isso, devido á sua partida para os Esta- dos Unidos no goso de sua licença, perdi um valioso auxiliar e a Congregação, um fiel Ministro da Palavra. O offertorio foi tomado 41 vezes e pro- duziu a somma de Rs. 746$300, com uma média por collecta de Rs. 18$000 mais ou menos. A Congregação contribuiu para alliviar as despezas da Egreja com Rs. 30$000 mensaes os quaes com a conta de livros de hymnos (Rs. 100$000), re- centemente paga, prefazem uma despeza total de Rs. 360$000, deixando em cai- xa Rs. 386$000. Se comtudo, como é de esperar os livros de hymnos forem comprados pelos membros da congregação, esta quantia em caixa su- birá a cerca de Rs. 500$000. Os agradecimentos da congregação são devidos ao Sr. Arthur Tracey, que tem prestado tão efficientes e fieis serviços co- mo organista.
Pelotas, 4 de Nov. 95.
Palestra familiar
O ESTANDARTE CHRISTÃO
No meio de vossas occupações domestica, on quiçá de vossas distracções, tirae alguns minutos para ler esta humilde se- ção de nosso jornal. Não é a mão perfamosa e habil de uma moça christa que a escreve; desculpae por isso a timidez e a imperfeição d'estes avi- sos que ahi vão, antes como um incentivo d'aquelles que com mais proveito e exito tem jornada do na aspera estrada da edu- cação domestica. O assumpto com o qual desejamos óc- cupar-nos hoje é suggerido por algumas linhas que deparamos no Southern Church- man" de Richmond, e que resam assim: Que Deus ajude as donas de casa a considerar sua responsabilidade de lembrar o dia de Domingo e guardal-o santamente." Entre nós quasi não se sabe o que é guardar o dia do Senhor. Será, porventura, respeitar o domingo deixar o trabalho pela embriaguez, pelo jogo e pelas dissoluções d'este mundo? Trocar a loja, a officina, a repartição pelo hotel, pelo café-concerto, pelo prado e por cousas mil vezes peiores? Certamente que não.
No entanto aquelle santo respeito, pela guarda do domingo, que o mandamento do Senhor nos ordena, é desconhecido pela maior parte de nossas familias. Não admiro este facto; pois que a Egre- ja que foi por seculos a Egreja Official no Brazil, descurou o doutrinamento do povo, negou-lhe a Biblia e com ella as ex- pressões terminantes da vontade divina. O povo foi assim educado sem aquella al- ta ideia do domingo que o Christianismo creára. Ao passo que outras nações esta- beleciam seus costumes sobre as firmes ba- ses do christianismo, principiavam sua vida com os olhos na Biblia desde a madrugada de sua historia, o Brazil, filho do absolutismo catholico que ainda predomina na Iberia, principiava a sua vida sem norma traçada, tendo apenas o verniz do cathecismo de Roma. Será tarde para mudar-mos nossos cos- tumes? Crêmos que é tempo; antes que a onda avolumada da emigração extrangeira, ava- ssalando tudo, não destrua os poucos ele- mentos da educação nacional. Os paizes novos como o Brazil correm o perigo de se perderem quando não dão attenção aos seus costumes e não procuram estabelecel-os sobre a base firme e perdu- ravel dos mandamentos divinos. Appelamos para vós, porque sois vós que tendes as tres quartas partes da in- fluencia social. A influencia da educação familiar fica quasi sempre indelevel no co- ração dos homens. Por essa razão pode- logo convencer a um homem acerca de seu dever de guardar o domin- go, se elle bebeu no lar domestico alguma noção acerca d'esse dever. Da mesma ma- neira o rapaz dissoluto rebaixa-se e bra a dignidade do dia do Senhor, sem re- morso, porque na quasi totalidade dos casos, não teve o exemplo materno n'este sentido. A base da sua rebellião era uma falta de fé na protecção de Deus, e isto foi tanto maior que em vista das maravilhosas providencias que Elle lhes tinha dado. Elles deviam ter lembrado que Aquelle que tinha os livrado do Egypto, do mar, da fome e de seus ini- migos tudo por milagres, de certo era bas- tante poderoso ainda para os proteger. Mas logo que a viagem tornou-se mais difficil, e que houve escassez d'agua, elles imme- diatamente esqueceram-se de todo o pas- sado e murmuraram contra Jehovah. Eis agora a consequencia natural dos seus peccados: Milhares d'elles estorcendo- se nas agonias da morte produzidas pelas mordeduras das serpentes! Felizmente ainda não lhes estavam com- pletamente endurecidos os corações porque arrependeram-se. O grito subiu ao ceo: Nós peccamos! Moysés para que este orasse por elles. Assim elle fez, e logo recebeu a resposta divina: „Faze uma serpente de metal, e põe-na por signal: todo o que, sendo feri- do, olhar para ella, oder que es que nem todos sabem ou querem fazer. Deus parecem dous grandes fins bem sa- lientes do Mandamento divino. E esse mandamento dado a um povo humilde en- volvia uma disposição tão liberal e tão salutar que tornou-se com o correr dos seculos uma lei da humanidade. Tratemos pois de ensinar a nossos filhos essa lei divina, cultivando no lar o respeito pelo dia do Senhor.
As cousas em que temos direito de di- vergir são opiniões humanas, e a opinião de um homem não pode ser um laço de união para todos os homens.
Bispo Whispple.
Toda a religião conta a historia dos ho- mens estendendo as mãos para Deus; a unica religião que conta que Deus estende suas mãos para o homem é a religião de Jesus Christo."
Idem.
Olhae e Crede
Durante a viagem dos Filhos de Israel perto do Mar Vermelho. O logar era graça a Agua da Vida." (Apoc. 22:7). Por causa d'isto o povo, sem- prompto para rebellião, não tardou fé para o Filho do Homem levantado agora em fallar contra Deus e contra cruz pelos peccados do mundo? Moysés. Por causa da rebellião, Jehovah mandou contra elles „umas serpentes, que queimavam como fogo", por cujas morde- duras muitos d'elles morreram. <<O' Mamãe», exclamou Ruth, «se tenho de enxugar a louça, ficará tarde para to- mar o trem.>>> Mrs. Blake olhou para o relogio na parede e responden: «Tens qua- se meia hora ainda, e eu tenho tanto de fazer hoje de manhã, que preciso que tu me ajudes antes de sahir.>> <<Mr. Day dis- se que ia partir mais cedo este anno», ac- crescentou Ira, a irmã de Ruth, com an- ciedade. «Então podeis sahir, disse sua mãe. «Vamos Ruth com pressa», disse Ira quando afinal ella estava prompta. Assim trem, ou que tivessemos sahido um pouco mais cedo para a casa de tia Martha.» <<Sim,>» concordou Ira. «Joãosinho podia ter morrido por falta d'aquelle meio minu- to, e se nós tivessemos deixado a casa co- mo eu queria para ir no jardim, a peque- na, -> „O! Não fallemos n'isso, chorou Ruth. Vamos á casa brincar com ella." <<Ella vem agora,» respondeu Ira, e Mrs. Blake entrou pallida e cansada. «Como vae bem agora, disse Mrs. Blake <mas o medico disse, se eu tivesse chegado trinta segundos mais tarde, não podia ter feito mais nada. Aquelle meio minuto salvou a vida d'elle. Senti muito que pela segunda vez fostes desappontados, «ella continuou,» mas não foi minha a culpa. Logo que tinha atado a ferida, tinha de ir buscar o doutor, e depois de ajudar-lhe e arranjar o meni- no na cama, Mrs. Dill Mrs. Dill desmaiou, e não po- de ter sahir. <<O' Mamãe», exclamou Ruth, «se tenho de enxugar a louça, ficará tarde para to- mar o trem.>>> Mrs. Blake olhou para o relogio na parede e responden: «Tens qua- se meia hora ainda, e eu tenho tanto de fazer hoje de manhã, que preciso que tu me ajudes antes de sahir.>> <<Mr. Day dis- se que ia partir mais cedo este anno», ac- crescentou Ira, a irmã de Ruth, com an- ciedade. «Então podeis sahir, disse sua mãe. «Vamos Ruth com pressa», disse Ira quando afinal ella estava prompta. Assim trem, ou que tivessemos sahido um pouco mais cedo para a casa de tia Martha.» <<Sim,>» concordou Ira. «Joãosinho podia ter morrido por falta d'aquelle meio minu- to, e se nós tivessemos deixado a casa co- mo eu queria para ir no jardim, a peque- na, -> „O! Não fallemos n'isso, chorou Ruth. Vamos á casa brincar com ella." <<Ella vem agora,» respondeu Ira, e Mrs. Blake entrou pallida e cansada. «Como vae bem agora, disse Mrs. Blake <mas o medico disse, se eu tivesse chegado trinta segundos mais tarde, não podia ter feito mais nada. Aquelle meio minuto salvou a vida d'elle. Senti muito que pela segunda vez fostes desappontados, «ella continuou,» mas não foi minha a culpa. Logo que tinha atado a ferida, tinha de ir buscar o doutor, e depois de ajudar-lhe e arranjar o meni- no na cama, Mrs. Dill Mrs. Dill desmaiou, e não po- de ter sahir. <<O' Mamãe», exclamou Ruth, «se tenho de enxugar a louça, ficará tarde para to- mar o trem.>>> Mrs. Blake olhou para o relogio na parede e responden: «Tens qua- se meia hora ainda, e eu tenho tanto de fazer hoje de manhã, que preciso que tu me ajudes antes de sahir.>> <<Mr. Day dis- se que ia partir mais cedo este anno», ac- crescentou Ira, a irmã de Ruth, com an- ciedade. «Então podeis sahir, disse sua mãe. «Vamos Ruth com pressa», disse Ira quando afinal ella estava prompta. Assim trem, ou que tivessemos sahido um pouco mais cedo para a casa de tia Martha.» <<Sim,>» concordou Ira. «Joãosinho podia ter morrido por falta d'aquelle meio minu- to, e se nós tivessemos deixado a casa co- mo eu queria para ir no jardim, a peque- na, -> „O! Não fallemos n'isso, chorou Ruth. Vamos á casa brincar com ella." <<Ella vem agora,» respondeu Ira, e Mrs. Blake entrou pallida e cansada. «Como vae bem agora, disse Mrs. Blake <mas o medico disse, se eu tivesse chegado trinta segundos mais tarde, não podia ter feito mais nada. Aquelle meio minuto salvou a vida d'elle. Senti muito que pela segunda vez fostes desappontados, «ella continuou,» mas não foi minha a culpa. Logo que tinha atado a ferida, tinha de ir buscar o doutor, e depois de ajudar-lhe e arranjar o meni- no na cama, Mrs. Dill Mrs. Dill desmaiou, e não po- de ter sahir. <<O' Mamãe», exclamou Ruth, «se tenho de enxugar a louça, ficará tarde para to- mar o trem.>>> Mrs. Blake olhou para o relogio na parede e responden: «Tens qua- se meia hora ainda, e eu tenho tanto de fazer hoje de manhã, que preciso que tu me ajudes antes de sahir.>> <<Mr. Day dis- se que ia partir mais cedo este anno», ac- crescentou Ira, a irmã de Ruth, com an- ciedade. «Então podeis sahir, disse sua mãe. «Vamos Ruth com pressa», disse Ira quando afinal ella estava prompta. Assim trem, ou que tivessemos sahido um pouco mais cedo para a casa de tia Martha.» <<Sim,>» concordou Ira. «Joãosinho podia ter morrido por falta d'aquelle meio minu- to, e se nós tivessemos deixado a casa co- mo eu queria para ir no jardim, a peque- na, -> „O! Não fallemos n'isso, chorou Ruth. Vamos á casa brincar com ella." <<Ella vem agora,» respondeu Ira, e Mrs. Blake entrou pallida e cansada. «Como vae bem agora, disse Mrs. Blake <mas o medico disse, se eu tivesse chegado trinta segundos mais tarde, não podia ter feito mais nada. Aquelle meio minuto salvou a vida d'elle. Senti muito que pela segunda vez fostes desappontados, «ella continuou,» mas não foi minha a culpa. Logo que tinha atado a ferida, tinha de ir buscar o doutor, e depois de ajudar-lhe e arranjar o meni- no na cama, Mrs. Dill Mrs. Dill desmaiou, e não po- de ter sahir. <<O' Mamãe», exclamou Ruth, «se tenho de enxugar a louça, ficará tarde para to- mar o trem.>>> Mrs. Blake olhou para o relogio na parede e responden: «Tens qua- se meia hora ainda, e eu tenho tanto de fazer hoje de manhã, que preciso que tu me ajudes antes de sahir.>> <<Mr. Day dis- se que ia partir mais cedo este anno», ac- crescentou Ira, a irmã de Ruth, com an- ciedade. «Então podeis sahir, disse sua mãe. «Vamos Ruth com pressa», disse Ira quando afinal ella estava prompta. Assim trem, ou que tivessemos sahido um pouco mais cedo para a casa de tia Martha.» <<Sim,>» concordou Ira. «Joãosinho podia ter morrido por falta d'aquelle meio minu- to, e se nós tivessemos deixado a casa co- mo eu queria para ir no jardim, a peque- na, -> „O! Não fallemos n'isso, chorou Ruth. 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Vamos á casa brincar com ella." <<Ella vem agora,» respondeu Ira, e Mrs. Blake entrou pallida e cansada. «Como vae bem agora, disse Mrs. Blake <mas o medico disse, se eu tivesse chegado trinta segundos mais tarde, não podia ter feito mais nada. Aquelle meio minuto salvou a vida d'elle. Senti muito que pela segunda vez fostes desappontados, «ella continuou,» mas não foi minha a culpa. Logo que tinha atado a ferida, tinha de ir buscar o doutor, e depois de ajudar-lhe e arranjar o meni- no na cama, Mrs. Dill Mrs. Dill desmaiou, e não po- de ter sahir. <<O' Mamãe», exclamou Ruth, «se tenho de enxugar a louça, ficará tarde para to- mar o trem.>>> Mrs. Blake olhou para o relogio na parede e responden: «Tens qua- se meia hora ainda, e eu tenho tanto de fazer hoje de manhã, que preciso que tu me ajudes antes de sahir.>> <<Mr. Day dis- se que ia partir mais cedo este anno», ac- crescentou Ira, a irmã de Ruth, com an- ciedade. «Então podeis sahir, disse sua mãe. «Vamos Ruth com pressa», disse Ira quando afinal ella estava prompta. Assim trem, ou que tivessemos sahido um pouco mais cedo para a casa de tia Martha.» <<Sim,>» concordou Ira. «Joãosinho podia ter morrido por falta d'aquelle meio minu- to, e se nós tivessemos deixado a casa co- mo eu queria para ir no jardim, a peque- na, -> „O! Não fallemos n'isso, chorou Ruth. Vamos á casa brincar com ella." <<Ella vem agora,» respondeu Ira, e Mrs. Blake entrou pallida e cansada. «Como vae bem agora, disse Mrs. Blake <mas o medico disse, se eu tivesse chegado trinta segundos mais tarde, não podia ter feito mais nada. Aquelle meio minuto salvou a vida d'elle. Senti muito que pela segunda vez fostes desappontados, «ella continuou,» mas não foi minha a culpa. Logo que tinha atado a ferida, tinha de ir buscar o doutor, e depois de ajudar-lhe e arranjar o meni- no na cama, Mrs. Dill Mrs. Dill desmaiou, e não po- de ter sahir. <<O' Mamãe», exclamou Ruth, «se tenho de enxugar a louça, ficará tarde para to- mar o trem.>>> Mrs. Blake olhou para o relogio na parede e responden: «Tens qua- se meia hora ainda, e eu tenho tanto de fazer hoje de manhã, que preciso que tu me ajudes antes de sahir.>> <<Mr. Day dis- se que ia partir mais cedo este anno», ac- crescentou Ira, a irmã de Ruth, com an- ciedade. «Então podeis sahir, disse sua mãe. «Vamos Ruth com pressa», disse Ira quando afinal ella estava prompta. Assim trem, ou que tivessemos sahido um pouco mais cedo para a casa de tia Martha.» <<Sim,>» concordou Ira. «Joãosinho podia ter morrido por falta d'aquelle meio minu- to, e se nós tivessemos deixado a casa co- mo eu queria para ir no jardim, a peque- na, -> „O! Não fallemos n'isso, chorou Ruth. 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Vamos á casa brincar com ella." <<Ella vem agora,» respondeu Ira, e Mrs. Blake entrou pallida e cansada. «Como vae bem agora, disse Mrs. Blake <mas o medico disse, se eu tivesse chegado trinta segundos mais tarde, não podia ter feito mais nada. Aquelle meio minuto salvou a vida d'elle. Senti muito que pela segunda vez fostes desappontados, «ella continuou,» mas não foi minha a culpa. Logo que tinha atado a ferida, tinha de ir buscar o doutor, e depois de ajudar-lhe e arranjar o meni- no na cama, Mrs. Dill Mrs. Dill desmaiou, e não po- de ter sahir. <<O' Mamãe», exclamou Ruth, «se tenho de enxugar a louça, ficará tarde para to- mar o trem.>>> Mrs. Blake olhou para o relogio na parede e responden: «Tens qua- se meia hora ainda, e eu tenho tanto de fazer hoje de manhã, que preciso que tu me ajudes antes de sahir.>> <<Mr. Day dis- se que ia partir mais cedo este anno», ac- crescentou Ira, a irmã de Ruth, com an- ciedade. «Então podeis sahir, disse sua mãe. «Vamos Ruth com pressa», disse Ira quando afinal ella estava prompta. Assim trem, ou que tivessemos sahido um pouco mais cedo para a casa de tia Martha.» <<Sim,>» concordou Ira. «Joãosinho podia ter morrido por falta d'aquelle meio minu- to, e se nós tivessemos deixado a casa co- mo eu queria para ir no jardim, a peque- na, -> „O! Não fallemos n'isso, chorou Ruth. Vamos á casa brincar com ella." <<Ella vem agora,» respondeu Ira, e Mrs. Blake entrou pallida e cansada. «Como vae bem agora, disse Mrs. Blake <mas o medico disse, se eu tivesse chegado trinta segundos mais tarde, não podia ter feito mais nada. Aquelle meio minuto salvou a vida d'elle. Senti muito que pela segunda vez fostes desappontados, «ella continuou,» mas não foi minha a culpa. Logo que tinha atado a ferida, tinha de ir buscar o doutor, e depois de ajudar-lhe e arranjar o meni- no na cama, Mrs. Dill Mrs. Dill desmaiou, e não po- de ter sahir. <<O' Mamãe», exclamou Ruth, «se tenho de enxugar a louça, ficará tarde para to- mar o trem.>>> Mrs. Blake olhou para o relogio na parede e responden: «Tens qua- se meia hora ainda, e eu tenho tanto de fazer hoje de manhã, que preciso que tu me ajudes antes de sahir.>> <<Mr. Day dis- se que ia partir mais cedo este anno», ac- crescentou Ira, a irmã de Ruth, com an- ciedade. «Então podeis sahir, disse sua mãe. «Vamos Ruth com pressa», disse Ira quando afinal ella