Anglicanismo Comparado
O texto apresenta uma visão histórica da origem da Igreja cristã, fundamentada em Jesus Cristo e nos apóstolos, destacando a expansão inicial no Oriente com Igrejas antigas como Copta, Siriana e Etíope, governadas por colegialidade episcopal em concílios. Critica a narrativa romana de primazia papal, enfatizando a autonomia das Igrejas orientais e a cláusula filioque como ponto de divisão. Foca no anglicanismo como ramo do Cristianismo Histórico na Grã-Bretanha, dividindo sua história em fases: Celta (séc. I-VII), com mosteiros autônomos e influência oriental, sem subordinação inicial a Roma; Católico-Romana (séc. VII-XVI), com integração via Agostinho de Cantuária e Concílio de Whitby (664); e Reformada (não detalhada no trecho). Destaca figuras como Santo Albano, Patrício e Teodoro de Tarso.